- Gilberto Kassab disse que o próximo presidente precisa ter coragem para fazer ajustes institucionais, inclusive no Judiciário, durante evento do Lide em São Paulo.
- O PSD, liderado por Kassab, hoje tem Ronaldo Caiado como candidato ao Palácio do Planalto.
- Kassab comentou episódios envolvendo ministros do STF e destacou a discussão sobre éticao da Corte, citando o caso envolvendo Gilmar Mendes e Romeu Zema.
- O ex-presidente da Senado e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, enviou notícia-crime sobre Zema no inquérito das fake news, apontando tensões na relação com o STF.
- O dirigente afirmou não ver Lula nem Flávio Bolsonaro vencedores, reafirmou apoio à reeleição do governador Tarcísio de Freitas em São Paulo e disse que a escolha da vice deve ocorrer a partir de julho, buscando um nome que agregue para vencer.
O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o próximo presidente precisa ter coragem para promover ajustes institucionais, inclusive no Judiciário. As declarações foram feitas durante evento promovido pelo Lide, em São Paulo, onde o nome cogitado pelo partido é Ronaldo Caiado. A fala buscou apontar a necessidade de reformas.
Kassab avaliou a atuação de ministros do STF e recentes embates na Corte. O tema da ética e da atuação dos magistrados ganhou destaque após o ex-governador de Minas, Romeu Zema, publicar um vídeo crítico a Gilmar Mendes, o que motivou a apresentação de notícia-crime pela defesa do ministro.
O dirigente do PSD declarou que não vê vitória de Lula nem de Flávio Bolsonaro nas eleições. Sobre a composição da chapa com Caiado, ele afirmou que a indicação ainda não está definida e será discutida a partir de julho, buscando um nome com capacidade administrativa e técnica que some votos.
Caiado já havia sinalizado que Kassab seria uma boa opção para compor como vice, destacando sua experiência política. Kassab reiterou que a decisão depende de critérios de soma eleitoral e governabilidade, sem pressa para concluir o tema.
O presidenciável afirmou ainda que o PT não terá espaço em São Paulo, descartando apoio ao ex-governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos. A leitura interna do cenário aponta para o esforço petista de atrair dissidências e abrir alianças, sem alterar o apoio público a Tarcísio.
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