- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está defendendo mobilização cara a cara, em oposição ao plano do PT de criar grupos nas redes sociais.
- O partido quer fortalecer a campanha online, enquanto Lula sugere que petistas saiam do sofá e façam porta em porta.
- Lula marcou procedimentos médicos para sábado, incluindo a retirada de uma lesão no couro cabeludo e tratamento de tendinite no polegar direito.
- A agenda médica seria usada como justificativa para não participar do 8º Congresso Nacional do PT neste fim de semana.
- O relato aponta que o desencontro entre Lula e a cúpula do partido motivou a ausência prevista no Congresso.
O presidente Lula sinaliza uma estratégia diferente da adotada pela cúpula do PT para as eleições deste ano. Enquanto o partido pretende criar grupos nas redes sociais, o mandatário defende uma mobilização mais tradicional, com atuação presencial.
Fontes próximas ao governo afirmam que Lula pediu aos petistas para saírem do sofá e realizarem uma campanha porta a porta. A ideia é manter o ritmo de aproximação com a população por meio do contato direto.
O descompasso interno ocorreu enquanto o 8º Congresso Nacional do PT se aproxima neste fim de semana. O presidente não confirmou presença no evento, citando agenda médica marcada para sábado, com retirada de lesão no couro cabeludo e tratamento de tendinite no polegar direito.
Desacordo com a estratégia de campanha
Segundo estimativas de aliados, a divergência entre Lula e a cúpula do PT estaria ligada à forma de mobilização para as eleições. O debate interno envolve a priorização de ações presenciais versus ações em plataformas digitais.
Ainda conforme as fontes, a agenda médica de Lula para o fim de semana foi apresentada como justificativa para evitar a participação no congresso. A administração pública não confirmou nenhum novo registro de atividades neste período.
O PT, por sua vez, mantém a defesa de táticas digitais como parte central da campanha. A avaliação entre dirigentes é de que as redes sociais ampliam o alcance entre os eleitores jovens e urbanos, embora o presidente prefira o contato direto com eleitores em visitas e visitas domiciliares.
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