- Melania Trump pediu que a ABC tome posição sobre Jimmy Kimmel, chamando-o de covarde, em publicação na X.
- A crítica ocorreu após um monólogo de Kimmel, feito antes do tiroteio no jantar de correspondentes da Casa Branca, no último sábado.
- A primeira-dama afirmou que a retórica de Kimmel é de ódio e visa dividir os Estados Unidos, além de dizer que suas palavras não são comédia.
- O New York Post relata reação negativa após Kimmel ter zombado do jantar em seu programa na quinta-feira, antes do tiroteio.
- A Disney decidiu interromper a suspensão de Kimmel, em meio a controvérsias sobre comentários do apresentador e à pressão de atores e fãs.
Melania Trump pediu que a ABC tome posição sobre Jimmy Kimmel, afirmando publicamente em X que já passou da hora da emissora agir. A crítica veio após um monólogo do apresentador antes do tiroteio no jantar de correspondentes da Casa Branca, na noite de sábado.
A primeira-dama acusou Kimmel de usar uma retórica de ódio e violência para polarizar o país. Segundo ela, as falas do humorista extrapolam o humor e atingem a comunidade, além de acusar a própria emissora de se esconder atrás da lógica de proteção.
Segundo o New York Post, o humorista da ABC enfrentou reação negativa após ridicularizar o jantar em programa da quinta-feira anterior ao tiroteio. Em seu discurso, Kimmel mencionou Melania de forma crítica, em tom considerado ofensivo por parte de setores da imprensa.
Contexto e desdobramentos
Em setembro de 2025, o programa de Kimmel ficou fora do ar por menos de uma semana após comentários sobre o ativista Charlie Kirk, que foi morto a tiros durante um discurso em Utah. A saída temporária ocorreu antes do retorno ao ar do apresentador.
Kimmel voltou defendendo a sátira política contra a gestão de Trump, dizendo que não pretende debochar do assassinato de ninguém. Em áudio aos espectadores, ele afirmou que não há nada de engraçado na violência.
A decisão da Disney de suspender temporariamente Kimmel, em razão de comentários considerados inoportunos, sinalizou um desafio corporativo diante de críticas de setores ligados a Trump. A medida mostrou tensão entre empresa e críticas midiáticas.
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