- A sabatina de Jorge Messias, indicado por Lula para o STF, está marcada para quarta-feira, 28, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado; são necessários catorze votos na CCJ e quarenta e um no plenário para aprovação.
- Davi Alcolumbre e Messias se reuniram na véspera da sabatina, conforme interlocutores da AGU.
- Alcolumbre vinha resistindo a receber o escolhido de Lula; no ano passado ele tentava emplacar o aliado Rodrigo Pacheco no STF, sem sucesso.
- O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, disse que todos estavam buscando que o presidente do Senado recebesse o AGU, defendendo tratamento institucional.
- Para governistas, Alcolumbre não está atrapalhando nem ajudando a aprovação do nome indicado por Lula.
A sabatina do escolhido por Lula para o STF está marcada para esta quarta-feira (28) na CCJ do Senado. Jorge Messias será sabatinado e, se aprovado, precisa também do aval do plenário para a nomeação. Serão necessários 14 votos na CCJ e 41 no plenário.
Davi Alcolumbre manteve posição de sinalização inicial sobre o recebimento do indicado. Entrevistas sugerem que o presidente do Senado discutiu o cenário da sabatina e da deliberação com Messias, embora ele não tenha se manifestado oficialmente.
A reunião ocorreu às vésperas da sabatina, segundo interlocutores da AGU. Jaques Wagner, líder do governo no Senado, disse que há pressão de diversas frentes para que Alcolumbre receba o AGU e conduza o processo institucionalmente.
Para governistas, o objetivo é manter o processo dentro do rito previsto, sem dificuldades institucionais. A avaliação interna é de que Alcolumbre pode influenciar o ritmo de tramitação, sem blockear a aprovação.
A sabatina, se ocorrer com normalidade, deve seguir os trâmites regimentais até a votação final no plenário. A indicação envolve questões de relevância constitucional e o equilíbrio entre Poderes.
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