- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não deve ter uma conversa reservada com Jorge Messias, indicado de Lula ao STF.
- A reunião informal entre Alcolumbre e a AGU ocorreu, mas sem encontro a sós; a sabatina está prevista para quarta-feira, 29.
- O governo queria o encontro para ampliar o apoio a Messias durante a sabatina e a votação no plenário.
- Um encontro anterior entre Alcolumbre e Messias contou com três ministros do Supremo e outras pessoas, sem tratar especificamente da indicação.
- O entorno de Messias acredita ter votos suficientes para aprovar o nome, mesmo com a postura neutra de Alcolumbre.
A posse de Messias para conversar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não deve avançar para um encontro reservado. O gabinete de Jorge Messias, escolhido por Lula para o Supremo Tribunal Federal, não prevê agenda a sós com o senador.
Segundo o R7 Planalto, a reunião informal entre Alcolumbre e Messias não migrou para um encontro específico sobre a sabatina. Três ministros do STF participaram, além de outros auxiliares, sem objetivo direto de tratar da indicação.
Cenário político
Pessoas próximas a Alcolumbre dizem que a conversa chegou a conter pedido de apoio a Messias, mas o senador não respondeu. Ele afirmou que seguirá o rito constitucional para indicados à corte.
Políticos afirmam que o senador tem adotado postura neutra, sem aderir à campanha nem atuar para frear votos a favor do indicado. Mesmo assim, governistas avaliavam que um encontro poderia ampliar o apoio a Messias na sabatina.
Apesar das avaliações, o entorno de Messias mantém avaliação de que há votos suficientes para aprovar o nome dele ao STF, independentemente de agenda direta com o presidente do Senado.
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