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Aldo Rebelo diz que não dá para governar ao criticar o STF

Pré-candidato Aldo Rebelo afirma que não dá para governar com o STF, citando insegurança institucional, atritos com o Congresso e decisões sobre marco temporal

Aldo Rebelo, pré candidato à Presidência, critica o STF durante entrevista
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  • Aldo Rebelo, pré-candidato à Presidência pelo Democracia Cristã, deu a entrevista no programa Canal Livre, da Band, no dia 26 de abril de 2026.
  • Ele disse que “com esse STF não dá para governar” e afirmou que a Corte não estaria submetida à Constituição, agindo como personalização da lei.
  • O ex-ministro citou impasses entre o Congresso e o Supremo como exemplos de “anarquia institucional” e mencionou o marco temporal e a gestão orçamentária.
  • Rebelo afirmou que o STF atua de forma inconstitucional ao impedir nomeações de ministros pelo Executivo.
  • Ele citou exemplos dos governos de Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro para ilustrar a ideia de bloqueio institucional.

Aldo Rebelo, pré-candidato à Presidência pelo DC, afirmou que não é possível governar sob o atual funcionamento do STF. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Canal Livre, da Band, neste domingo, 26 de abril de 2026.

Rebelo alega que há uma percepção de que a Corte não estaria submetida à Constituição, funcionando como uma personificação da lei. Segundo ele, se eleito, buscará enfrentar o que chama de insegurança institucional.

O ex-ministro citou impasses entre o Congresso e o STF como exemplos de o que descreve como anarquia institucional. Entre os temas mencionados estão o marco temporal e a gestão orçamentária.

Ele também afirmou que o STF age de maneira inconstitucional ao impedir nomeações de ministros pelo Executivo, apontando casos envolvendo governos anteriores.

Contexto e desdobramentos

Segundo Rebelo, os atritos entre os poderes agravaram a percepção de instabilidade institucional no país. O pré-candidato não detalhou propostas além de enfrentar o que classifica como desequilíbrios institucionais.

A entrevista ocorreu no fim de semana. Não há confirmação de agenda futura referente a alianças ou lançamentos oficiais. As declarações reforçam o tom crítico do DC em relação a decisões do STF.

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