- O ex-BBB Felipe Prior tornou-se réu na Justiça do Distrito Federal por suspeitas de crimes contra relações de consumo e abuso da boa-fé ou da inexperiência de consumidores.
- A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e aceita pela Justiça do DF, conforme o jornal O Globo.
- Segundo a acusação, Prior induziu seguidores a realizarem apostas com falsas promessas de ganhos, em um suposto esquema de publicidade enganosa para uma plataforma de apostas esportivas.
- O Ministério Público afirma que ele usava sua imagem e redes sociais para distorcer o funcionamento das apostas, e que os ganhos dependiam das perdas dos usuários que acessavam via seus links.
- No âmbito cível, a 14ª Vara Cível de Brasília determinou que Prior exclua publicações que mencionem garantia de ganhos; multa diária de R$ 10 mil, limitada a R$ 100 mil, em caso de descumprimento.
Felipe Prior, ex-BBB, tornou-se réu na Justiça do Distrito Federal por suspeitas ligadas a relações de consumo e abuso da boa-fé ou inexperiência de consumidores. A denúncia envolve supostas práticas de publicidade enganosa.
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) apresentou a denúncia, e a Justiça do DF a acolheu. A informação foi veiculada pelo jornal O Globo. O caso tramita na esfera criminal.
Segundo os investigadores, Prior induzia seguidores a apostarem com base em promessas de ganhos inexistentes. A acusação aponta participação em um esquema de publicidade enganosa de plataforma de apostas esportivas.
Ainda conforme a denúncia, o arquiteto utilizava imagens e redes sociais para divulgar conteúdos que distorciam o funcionamento das apostas. Os ganhos dele estariam vinculados às perdas dos usuários referenciados por seus links.
Além da persecução criminal, há tramitação cível na 14ª Vara Cível de Brasília. Foi determinada a exclusão de publicações que mencionem garantia de ganhos em apostas esportivas.
Em caso de descumprimento, a Justiça fixou multa diária de R$ 10 mil, com teto de R$ 100 mil. A medida visa coibir a veiculação de promessas potencialmente enganosas.
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