- O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD), decretou luto oficial de três dias pela morte da ex-vereadora Luciana Novaes (PT).
- Luciana ficou tetraplégica em 2003 após bala perdida no campus da Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido, na zona norte.
- Ela estava internada quando sofreu uma intercorrência súbita; médicos apontam quadro compatível com rompimento de aneurisma cerebral.
- O protocolo de morte cerebral foi adotado, reconhecendo-se legalmente o óbito.
- O presidente da Câmara Municipal, Carlo Caiado (PSD), manifestou pesar e destacou atuação de Luciana em iniciativas de inclusão social e na elaboração de cerca de duas centenas de leis.
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere (PSD), decretou luto oficial de três dias pela morte da ex-vereadora Luciana Novaes (PT). A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial na noite desta segunda-feira (27).
Luciana Novaes ficou tetraplégica em 2003, após ser atingida por uma bala perdida no campus da Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido, zona Norte. A ex-legisladora tinha 42 anos e estava internada quando ocorreu uma intercorrência súbita e grave, segundo sua assessoria.
Informações médicas indicam que o quadro pode ter sido causado pelo rompimento de um aneurisma cerebral, seguido de agravamento do estado neurológico. Diante da evolução clínica, foi autorizado o protocolo de morte cerebral, reconhecido legalmente como óbito.
Trajetória e legado
O presidente da Câmara Municipal, Carlo Caiado (PSD), divulgou nota de pesar pela morte. O texto destaca a atuação de Luciana Novaes em iniciativas voltadas à inclusão social, especialmente para pessoas com deficiência, idosos e grupos vulneráveis.
Ao longo da carreira, ela participou da elaboração de cerca de 200 leis. A Câmara afirmou que se solidariza com familiares, amigos e membros de sua equipe.
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