- O presidente da Câmara, Hugo Motta, escolheu o deputado Léo Prates como relator da PEC da escala 6 X 1 na comissão especial, em 28 de abril de 2026.
- Prates ficará responsável por montar o texto que será votado em plenário.
- Motta designou também Alencar Santana (PT-SP) para presidir a comissão especial na quarta-feira, 29 de abril.
- O governo, anteriormente favorável a Paulo Azi, mudou de ideia e articula mudança na relatoria da proposta.
- As PECs tratam da redução da jornada de trabalho e foram unificadas pela proposta de Reginaldo Lopes, com PECs 221 de 2019 e 8 de 2025, ambas com até 36 horas semanais; a comissão tem 38 titulares e suplentes.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, indicou nesta terça-feira, 28 de abril de 2026, o deputado Léo Prates para relatar a PEC da escala 6 X 1 na comissão especial. Prates assume a função e ficará responsável por construir o texto que será votado em plenário.
Motta também designou Alencar Santana (PT-SP) para presidir a comissão especial na quarta-feira, dia 29 de abril. A escolha mira favorecer o alinhamento com o governo diante da proposta.
Contexto das PECs 6 X 1
As PECs tratam da redução da jornada semanal de trabalho. A CCJ aprovou, em 22 de abril, duas propostas unificadas: 221 de 2019, que propõe 36 horas, com compensação por acordo coletivo, com prazo de 10 años para implementação.
A PEC 8 de 2025, apensada à 221, sugere 36 horas em quatro dias, com três de descanso, extinguindo a escala 6 X 1 e mantendo negociação coletiva. Tem autoria da deputada Erika Hilton (Psol-SP).
Proposta na comissão
O texto unificado para a comissão especial foi apresentado pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). O relator terá até 40 sessões de plenário para apresentar o parecer final e encaminhar o vota- do.
A comissão especial reúne 38 titulares e 38 suplentes, ainda em formação com indicações partidárias em andamento. O objetivo é discutir o mérito das propostas e suas regras de implementação.
Observações finais
Os próximos passos incluem a definição de datas de audiência e de leitura do parecer. O andamento depende de novas indicações e do ritmo de votações no plenário, com foco na aprovação ou rejeição das mudanças propostas.
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