- Em primeiro turno, Haddad aparece com 40,5% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 39,2%, indicando capacidade de transferência de votos.
- Lula tem 46,6% no primeiro turno, cerca de seis pontos à frente de Haddad.
- No segundo turno, Haddad registra 44,3% contra 48,1% de Flávio Bolsonaro, enquanto Lula fica em empate técnico, 47,5% a 47,8%.
- Em comparação com outras opções, Geraldo Alckmin tem 45,9% contra 47,5% de Flávio, mas ainda fica abaixo de Lula.
- A pesquisa ouviu 5.008 pessoas entre 24 e 27 de abril, com margem de erro de 1 ponto porcentual e nível de confiança de 95%; registrado no TSE sob BR-07992/2026.
A AtlasIntel/Bloomberg divulgou, nesta terça-feira, 28 de abril de 2026, uma pesquisa sobre cenários presidenciais para 2026. O estudo testa o potencial de Fernando Haddad (PT) como substituto de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo Planalto. Os números indicam que Haddad herdaria parte do eleitorado de Lula, mas não ampliaria o desempenho do campo governista.
No primeiro turno, Haddad aparece com 40,5% das intenções de voto, ante 39,2% de Flávio Bolsonaro. A diferença aponta capacidade de transferência de votos, colocando o ex-prefeito de São Paulo em posição de confronto direto. Lula registra 46,6% no mesmo cenário, cerca de seis pontos acima de Haddad.
No segundo turno, Haddad fica com 44,3% contra 48,1% de Flávio Bolsonaro, mostrando desvantagem na fase decisiva. Em comparação, Lula aparece empatado, com 47,5% frente a 47,8% do adversário. A distância de Haddad é maior nesse cenário.
Dados se repetem com outros entrevistados: Geraldo Alckmin aparece 45,9% a 47,5% de Flávio Bolsonaro, ainda assim inferior a Lula. A leitura indica que o presidente continua o nome mais competitivo do campo governista, mesmo diante de cenários com Haddad.
Nos bastidores, a ideia de substituição de Lula por Haddad tem ganhado espaço entre algumas correntes políticas, citando idade e renovação. Compara-se o caso à política norte-americana para justificar antecipações, segundo o levantamento.
Os números da AtlasIntel/Bloomberg indicam limites para essa estratégia: Haddad é viável, mas não amplia o desempenho do grupo e perde em cenários decisivos, mantendo Lula como principal ativo para 2026.
A pesquisa ouviu 5.008 pessoas entre 24 e 27 de abril, via questionário digital. A margem de erro é de 1 ponto percentual, com 95% de confiança. O levantamento está registrado no TSE com o nº BR-07992/2026.
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