- Nova pesquisa Genial/Quaest aponta queda na avaliação de Zema: governo é aprovado por 52% e reprovado por 41%, os menores e maiores índices em dois anos.
- Satisfação com a gestão cai de 41% para 32% e a insatisfação sobe de 14% para 26%.
- 37% dos mineiros querem um governador independente; 30% preferem alguém aliado a Lula e 28% buscam alguém próximo a Bolsonaro.
- A candidatura de Mateus Simões não decola, com apoio entre 3% e 5% das intenções de voto, sem chegar a dois dígitos.
- Sobre a possibilidade de Zema indicar um sucessor, 49% dizem que não, 42% dizem que sim.
O levantamento Genial/Quaest, divulgado nesta terça-feira, 28, aponta um duplo desafio para Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais. A avaliação da gestão aponta o menor índice de aprovação da série histórica, e a candidatura de seu escolhido, Mateus Simões (PSD), permanece estagnada na disputa pelo governo.
Segundo a pesquisa, o governo de Zema, encerrado em março, é aprovado por 52% dos mineiros e reprovado por 41%. Os números representam o menor desempenho positivo e o maior negativo dos últimos dois anos.
A sondagem também mostra que a avaliação qualitativa da gestão piorou desde fevereiro de 2025. A parcela que vê o governo como positivo caiu de 41% para 32%, enquanto quem considera o trabalho negativo aumentou de 14% para 26%.
Mudança de desenho político no estado
A pesquisa indica que o eleitor mineiro está buscando alternativas: 37% desejam um governador independente, 30% preferem alguém alinhado a Lula e 28% toleram quem seja próximo a Bolsonaro.
Simões, que assumiu o governo de Minas em 22 de março, aparece em cenários de 3% a 5% de intenções de voto, segundo a Genial/Quaest. A margem sugere disputa entre o terceiro ou o quarto lugar, sem chance de chegar aos dois dígitos.
Mesmo que Cleitinho Azevedo (Republicanos) desista de concorrer, o apoio a Simões não alcança patamar significativo entre os mineiros.
Expectativas sobre o legado de Zema
A pesquisa também questionou se Zema merece eleger um sucessor. Respondentes, 49% disseram não, enquanto 42% afirmaram que sim. Sobre o rumo do próximo governo, 44% defendem mudança total, 38% desejam apenas mudanças pontuais e 13% querem continuidade.
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