- O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, participou da Agrishow 2026 em Ribeirão Preto e criticou o STF.
- Zema defende um Supremo “sem o rabo preso”, afirmando que ministros tentam evitar investigações e que, segundo ele, o tribunal virou um “tribunal de negócios”.
- Ele disse ter mantido diálogo constante com a Assembleia Legislativa, o Judiciário e o Ministério Público em Minas Gerais para preservar a harmonia entre poderes.
- Ao falar sobre o embate com o ministro Gilmar Mendes e a série de sátiras “Os Intocáveis”, Zema pediu uma reforma do Judiciário.
- Sobre a chapa presidencial, Zema afirmou não ter definido o vice e desconversou sobre a possibilidade de compor com Flávio Bolsonaro.
O ex-governador de MG e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, participou nesta terça-feira (28/4) da Agrishow 2026, em Ribeirão Preto. O evento é um grande palco do agronegócio e recebeu nomes da direita na corrida presidencial.
Zema voltou a criticar o STF, defendendo uma Corte mais independente de fatos controversos. Segundo ele, alguns ministros teriam como objetivo evitar investigações, caracterizando o STF como um “tribunal de negócios”.
O ex-governador afirmou que é preciso harmonia entre os Poderes, destacando que manteve diálogo com a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Justiça e o Ministério Público em Minas Gerais. Disse não temer o diálogo, mas teme quem tenta calar a imprensa em um sistema democrático.
Cenário da Agrishow e presença de aliados
A Agrishow ocorre desde o fim de semana e serve de palanque para candidatos da direita. Além de Zema, o senador Flávio Bolsonaro esteve no evento na véspera, reforçando a mobilização. O ex-governador goiano Ronaldo Caiado também deve comparecer.
Zema tratou ainda da relação com críticas recebidas por vídeos de sátira intitulado Os Intocáveis, que zoa ministros do STF. O ministro Gilmar Mendes reagiu publicamente, chegou a pedir a inclusão de Zema no Inquérito das Fake News e avaliou publicamente a situação.
Sobre a chapa presidencial, Zema afirmou não ter definido o vice. Questionado sobre a hipótese de compor com Flávio Bolsonaro, ele desconversou, mantendo o foco na estratégia para o Pleito.
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