- Durante a sabatina no Senado, Jorge Messias afirmou que o STF não deve atuar como Procon da política, mas como guardião da Constituição.
- Ele destacou a importância do equilíbrio entre Executivo, Legislativo e Judiciário e criticou o ativismo judicial.
- Messias disse que sua atuação será pautada pela ética, pela fé e pelo respeito às leis e à Constituição.
- O indicado respondeu a perguntas sobre independência do Judiciário, questões ambientais e o papel da corte na sociedade.
- A sabatina é etapa do processo de nomeação; após, o plenário do Senado deve votar para confirmar sua indicação ao STF.
Jorge Messias participou nesta segunda-feira da sabatina no Senado para a indicação ao STF. O tema central foi o papel do tribunal, que não deve atuar como um Procon da política, mas como guardião da Constituição. A fala ocorreu durante a sessão de avaliação.
Messias defendeu o equilíbrio entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e criticou o ativismo judicial, segundo ele, capaz de abalar a estabilidade democrática. Ele afirmou que o STF deve proteger a Constituição e os direitos fundamentais sem se envolver em debates políticos.
O indicado mencionou sua fé e a ética como base de atuação. Segundo Messias, sua trajetória está alinhada ao respeito às leis e à Constituição, com foco na estabilidade institucional do país. A sabatina contou com perguntas sobre independência do Judiciário e atuação ambiental.
Entre os temas discutidos, também constaram propostas para uma Justiça mais célere e eficiente. Messias disse que pretende contribuir para a modernização do sistema judiciário, buscando justiça e equidade.
A sabatina é etapa do processo de confirmação pelo Senado. Caso aprovada pelo plenário, a nomeação será oficializada como ministro do STF. O episódio ocorre após a indicação feita pelo presidente da República.
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