- Simone Tebet, ex-ministra e pré-candidata ao Senado pelo PSB, quer atuar como ponte entre o agronegócio e as pré-candidaturas de Lula e Haddad.
- Ela pretende aproximar o setor produtivo das estratégias de reeleição de Lula da Silva e de Haddad ao governo de São Paulo.
- Tebet destaca seu perfil de centro, “mulher do interior, cristã e conservadora”, como forma de ampliar o apoio às candidaturas.
- A pré-candidata defende ajuste fiscal como eixo de atuação.
- Tebet também mencionou a possibilidade de impeachment de ministro do Supremo Tribunal Federal.
A ex-ministra Simone Tebet (PSB) aponta para atuar como ponte entre o agronegócio e as pré-candidaturas do presidente Lula e de Fernando Haddad ao governo de São Paulo. A pré-candidata ao Senado pelo estado de São Paulo defende que essa ligação é estratégica para ampliar o apoio aos candidatos do PT, mantendo um perfil estável e moderado.
Ela ressalta a relação estreita com o agronegócio e enfatiza seu posicionamento de centro. Tebet se identifica como mulher do interior, cristã e conservadora, argumento que, segundo ela, pode diminuir a resistência a Lula e Haddad entre setores ligados ao campo.
Tebet defende um ajuste fiscal como diretriz para a gestão pública, destacando a necessidade de responsabilidade fiscal para sustentar políticas de governo. A pré-candidata afirma que esse eixo é fundamental para a agenda que pretende apresentar.
Ponte entre agro e política
A ex-ministra afirma que o papel de ponte envolve diálogo com o setor produtivo e com as candidaturas do PT, buscando mensagens que unam interesse econômico e governança responsável. Ela reforça a ideia de que o centro político pode ampliar a formação de coalizões.
Ela também mencionou discutir medidas institucionais para o país, incluindo temas ligados ao Poder Judiciário. Em relação a cortes de opinião, Tebet cita a eventual avaliação de impeachment de um ministro do STF, mantendo, porém, o enfoque na necessidade de equilíbrio institucional.
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