- Após a crise com Lula, Davi Alcolumbre deve aprovar a atuação da federação União Brasil e Progressistas em apoio a Flávio Bolsonaro.
- Caciques da federação não esperam confronto aberto entre Alcolumbre e o governo, mesmo após derrota de Messias para o STF.
- O principal receio era de que o presidente do Senado atuasse contra a coligação, mas esse cenário não é mais visto como provável.
- Oficialmente, União e PP dizem estar avaliando Flávio para decidir o apoio, esperando ver posições moderadas.
- Na prática, a decisão pela coligação já parece praticamente tomada.
Após crise com o governo, União e PP avaliam apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro. A leitura interna aponta que Davi Alcolumbre, presidente do Senado, não deverá romper com a federação nem enfrentar abertamente o governo Lula. A rejeição a Messias intensificou esse cenário.
Caciques da federação entendem que a entrevista com o afastamento de Alcolumbre do comando reduz a probabilidade de atrito com a atual gestão. O temor de que ele atue contra a aliança presidencial tende a diminuir, segundo apurações internas.
Oficialmente, União Brasil e PP dizem monitorar o comportamento de Flávio Bolsonaro para decidir o apoio. O discurso é de cautela, verificando se o candidato adota posições moderadas. Na prática, a decisão pela coligação já parece praticamente tomada.
Avaliação da federação
A leitura é de que o apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro está próximo de ocorrer, ainda que haja avaliação formal sobre o alinhamento do parlamentar com as diretrizes da chapa. O otimismo interno persiste, mesmo com necessidade de confirmação de posições políticas.
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