- Em sessão sobre o veto ao projeto da dosimetria, deputados do PT criticaram Davi Alcolumbre e o clima entre eles azedou.
- Três aliados do Planalto elevaram o tom contra o presidente do Senado, começando com Rogério Correia, que citou ovacionamento pela extrema-direita e mencionou o caso Master.
- Correia disse ter “adivinhado a votação” e sugeriu a necessidade de acordos, insinuando manobra no placar.
- A ex-ministra Gleisi Hoffmann cobrou a instalação de uma CPI e responsabilizou Alcolumbre pela derrubada do veto à dosimetria, sugerindo que a investigação exponha bolsonaristas ligados ao caso Master.
- Lindbergh Farias também apoiou a ideia de CPI para apurar recursos ligados ao episódio.
O clima no Congresso azedou após a derrota do governo na sessão que tratou do veto ao projeto da dosimetria. Deputados do PT criticaram abertamente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, enquanto o governo ainda busca reorganizar-se após a derrota de Jorge Messias no STF.
Três aliados do Planalto subiram o tom contra o chefe do Senado. O PT-MG, Rogério Correia, afirmou que Alcolumbre foi ovacionado pela extrema-direita e ironizou a votação, citando o chamado caso Master. Correia disse que a derrota foi expressiva para o Palácio do Planalto.
Ao R7 Planalto, o parlamentar afirmou que a avaliação foi pessoal, sem alinhamento partidário, mas o tom crítico foi repetido por outros membros do PT. A ex-ministra Gleisi Hoffmann cobrou a instalação de uma CPI e responsabilizou Alcolumbre pela derrubada do veto da dosimetria.
Gleisi Hoffmann ponderou que a CPI pode expor envolvidos em recursos ligados ao caso, sugerindo desdobramentos políticos. Lindbergh Farias, ex-líder do PT na Câmara, endossou a ideia de abrir investigação para esclarecer responsabilidades.
O debate também envolveu a leitura sobre o impacto político da derrota. A oposição aponta que a mobilização pode ampliar tensões entre PT e o Senado, em um momento de reordenação difícil para o governo.
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