- Investigação aponta plano do PCC para infiltrar prefeituras em cidades de São Paulo e lavar dinheiro do tráfico por meio da estrutura pública.
- Operação aponta organização com divisão de funções e objetivo de ter controle de atividades empresariais dentro da gestão pública.
- Quatro suspeitos foram presos, incluindo um ex-vereador, dois doleiros e um empresário; operação é desdobramento de apuração iniciada em 2024, com bloqueio de R$ 8 bilhões ligados à facção.
- O esquema previa oferecer serviços a prefeituras, como emissão de boletos e gestão de receitas, por meio de uma fintech sem autorização para operar.
- Cidades alvo incluíam Santo André, Mogi das Cruzes, Santos, Campinas e Ribeirão Preto; investigação busca medir o alcance do esquema na máquina pública e apurar apoio em comunidades para influenciar eleições.
Investigação aponta plano do PCC para infiltrar prefeituras em SP, segundo inquérito acessado pelo Jornal da Record. A polícia indica que a facção pretendia lavar dinheiro do tráfico usando estrutura pública, com divisão de funções dentro de um formato empresarial.
O inquérito detalha um esquema organizado, com atuação de doleiros, um ex-vereador e um empresário entre os suspeitos. As apurações são desdobramento de apuração iniciada em 2024, que bloqueou cerca de R$ 8 bilhões ligados à facção.
Quatro suspeitos foram presos no começo da semana, durante operação ligada ao caso. A investigação aponta que o grupo planejava oferecer serviços a prefeituras, como emissão de boletos e gestão de receitas, via fintech sem autorização para operar.
Estrutura e objetivos
A polícia afirma que o objetivo era infiltrar de fato o poder público e ter acesso ao dinheiro público. Também há indicativos de busca por apoio em comunidades para influenciar eleições, conforme apuração em curso para mapear o alcance do esquema.
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