Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Kalil é condenado por nomear irmão da ex-namorada em órgão

Justiça condena Alexandre Kalil por nepotismo ao nomear irmão da ex-namorada; multa equivalente a dois salários e impedimento de contratar com o poder público por dois anos

Alexandre Kalil
0:00
Carregando...
0:00
  • A Justiça condenou o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), por nepotismo ao nomear o irmão da ex-namorada dele para um cargo comissionado na Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica, quando era prefeito.
  • Marcelo Amarante é irmão de Fernanda Amarante, ex-namorada de Kalil que atuava como assessora jurídica no gabinete na época.
  • O Ministério Público apontou irregularidades após depoimento do presidente da Fundação, indicando que Marcelo foi indicado pelo Gabinete do Prefeito e apenas acatou a indicação superior.
  • Kalil e Marcelo Amarante foram condenados a pagar multa equivalente a dois salários recebidos; além disso, há proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos por dois anos.
  • A defesa de Amarante disse não haver nepotismo, destacando a formação de médico veterinário; a decisão sustenta dolo específico e afirma que Kalil tinha ciência da relação com Fernanda. A CNN tentou contato com Kalil, sem retorno até o momento.

O ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), foi condenado pela Justiça por nepotismo ao nomear o irmão da sua ex-namorada para um cargo comissionado na gestão municipal. A decisão envolve Marcelo Amarante e a Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica, órgão da prefeitura na época em que Kalil era prefeito. A condenação foi obtida pela Itatiaia e confirmada pela CNN, que apurou os primeiros detalhes do caso.

Conforme a sentença, Kalil utilizou seu cargo para indicar Marcelo Amarante para o cargo, ainda que o irmão da ex-namorada atuasse como assessora jurídica no gabinete durante a gestão. O Ministério Público apontou irregularidades com base em depoimento de Sérgio Augusto Domingues, então presidente da Fundação, que afirmou que Marcelo foi indicado pelo gabinete do prefeito e apenas acatou a indicação superior. A decisão aponta dolo específico na prática, ao favorecer área familiar ligada à gestão.

Kalil e Marcelo Amarante foram condenados à multa equivalente a dois salários recebidos pelo uso do cargo. Além disso, ficou determinada a proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais ou creditícios pelos próximos dois anos. A defesa de Marcelo alegou ausência de nepotismo por não haver parentesco direto com o ex-prefeito e destacou a formação técnica como médico veterinário do acusado. A decisão sustenta que Kalil tinha ciência do vínculo familiar e, mesmo assim, autorizou a indicação. A CNN procurou a assessoria de Kalil, sem retorno até o momento.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais