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Moraes autoriza cirurgia de Bolsonaro em hospital do DF

Moraes autoriza Bolsonaro a deixar a prisão domiciliar para cirurgia no ombro direito, em Brasília; artroscopia do manguito rotador, com sigilo e reavaliação posterior

Ex-presidente Jair Bolsonaro em sua casa, em Brasília, onde cumpre prisão domiciliar
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  • Moraes autorizou que Jair Bolsonaro saia da prisão domiciliar na sexta-feira (1) para realizar cirurgia no ombro direito; decisão está em sigilo.
  • O procedimento é para reparação do manguito rotador e deve ocorrer no hospital DF Star, em Brasília, por via artroscópica (menos invasiva).
  • A justificativa médica aponta dor persistente e incapacidade funcional no ombro direito, mesmo após tratamento conservador, com uso diário de analgésicos.
  • Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe; foi transferido para prisão domiciliar humanitária temporária por 90 dias para recuperação de pneumonia bacteriana decorrente de broncoaspiração, com internação na UTI.
  • A medida será reavaliada ao fim do prazo de 90 dias.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou Jair Bolsonaro a deixar a prisão domiciliar nesta sexta-feira (1) para realizar uma cirurgia no ombro direito. A decisão está em sigilo.

O procedimento, indicado para reparar o manguito rotator, será realizado no hospital DF Star, em Brasília. O relatório médico anexado ao pedido sustenta a necessidade pela dor persistente e pela limitação funcional.

A cirurgia será artroscópica, técnica menos invasiva que utiliza uma câmera e pequenos cortes, com recuperação prevista mais rápida. Os médicos afirmam que houve falha de tratamento conservador.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado. Ele estava na Papudinha, no Complexo da Papuda, mas foi transferido para prisão domiciliar humanitária temporária por 90 dias.

A transferência ocorreu para tratar uma pneumonia bacteriana decorrente de broncoaspiração ocorrida na unidade prisional. O ex-presidente precisou de internação em UTi durante o tratamento.

A medida de autorização deve ser reavaliada após o retorno de Bolsonaro ao regime domiciliar. O caso permanece sob avaliação das autoridades, com foco em segurança e bem-estar do paciente.

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