- Marina Silva afirmou que a não aprovação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal não foi apenas uma derrota de Lula, e sim uma derrota para o Brasil.
- O comentário ocorreu durante ato de 1º de maio no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, em São Paulo.
- Participaram também o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad e a ex-ministra do Planejamento Simone Tebet; ambos são cotados para disputar o Senado por São Paulo.
- Marina destacou a defesa da democracia e mencionou lutas da classe trabalhadora, como o fim da escala 6 x 1 e a igualdade salarial entre homens e mulheres, além de elogiar medidas de Haddad na Fazenda.
- Ela afirmou que o governo Lula tirou o Brasil do Mapa da Fome e destacou a necessidade de diálogo em um contexto de polarização mundial.
A ex-ministra Marina Silva afirmou que a derrota na indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal não representou apenas uma derrota do presidente Lula, mas uma derrota para o Brasil. O comentário ocorreu durante um ato em comemoração ao Dia do Trabalhador.
O evento ocorreu na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, na capital paulista, no 1º de maio. Estiveram presentes também o ex-ministro Fernando Haddad, cotado para o governo de São Paulo, e a ex-ministra Simone Tebet, cotada para o Senado pelo estado.
Marina destacou a defesa da democracia e mencionou lutas da classe trabalhadora, como o fim da escala 6 x 1 e a igualdade salarial entre homens e mulheres. Ela elogiou ações do governo Lula que afastaram o Brasil do Mapa da Fome e citou Haddad ao cobrar impostos mais justos para os mais ricos.
Segundo a ex-ministra, o mundo vive uma tendência de violência e polarização, tornando o diálogo essencial. Ela ressaltou que a melhor conversa começa dentro de casa e se estende ao âmbito público, enfatizando o papel da democracia na vida de trabalhadores e lideranças.
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