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Derrota com Messias não foi para Lula; Brasil registra perdas

Marina Silva afirma que derrota de Messias no STF foi derrota do Brasil, não de Lula; ressalta avanços do governo Lula, como saída do Mapa da Fome

A ministra do Meio Ambiente do Brasil, Marina Silva, durante reunião com o presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília 17/09/2024
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  • Marina Silva afirmou que a não aprovação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal não foi apenas uma derrota de Lula, e sim uma derrota para o Brasil.
  • O comentário ocorreu durante ato de 1º de maio no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, em São Paulo.
  • Participaram também o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad e a ex-ministra do Planejamento Simone Tebet; ambos são cotados para disputar o Senado por São Paulo.
  • Marina destacou a defesa da democracia e mencionou lutas da classe trabalhadora, como o fim da escala 6 x 1 e a igualdade salarial entre homens e mulheres, além de elogiar medidas de Haddad na Fazenda.
  • Ela afirmou que o governo Lula tirou o Brasil do Mapa da Fome e destacou a necessidade de diálogo em um contexto de polarização mundial.

A ex-ministra Marina Silva afirmou que a derrota na indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal não representou apenas uma derrota do presidente Lula, mas uma derrota para o Brasil. O comentário ocorreu durante um ato em comemoração ao Dia do Trabalhador.

O evento ocorreu na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, na capital paulista, no 1º de maio. Estiveram presentes também o ex-ministro Fernando Haddad, cotado para o governo de São Paulo, e a ex-ministra Simone Tebet, cotada para o Senado pelo estado.

Marina destacou a defesa da democracia e mencionou lutas da classe trabalhadora, como o fim da escala 6 x 1 e a igualdade salarial entre homens e mulheres. Ela elogiou ações do governo Lula que afastaram o Brasil do Mapa da Fome e citou Haddad ao cobrar impostos mais justos para os mais ricos.

Segundo a ex-ministra, o mundo vive uma tendência de violência e polarização, tornando o diálogo essencial. Ela ressaltou que a melhor conversa começa dentro de casa e se estende ao âmbito público, enfatizando o papel da democracia na vida de trabalhadores e lideranças.

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