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Membros do MTST ocupam terreno no Sol Nascente

Ocupação do MTST em Sol Nascente reúne quinhentas famílias, que reivindicam atendimento habitacional e fim da escala 6x1

A mobilização atual ocorre exatamente um ano após um protesto similar realizado no Recanto das Emas - (crédito: Divulgação/MTST)
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  • Integrantes do MTST-DF ocuparam uma área da QNR 2, no Sol Nascente, nesta sexta-feira, 1º de maio.
  • A ocupação reúne cerca de 500 famílias que reivindicam moradia digna e denunciam déficit habitacional no Distrito Federal.
  • O terreno fica próximo ao CRAS e à Escola Classe 68; as famílias dizem ter cadastro ativo na Codhab.
  • Alegam que há anos aguardam atendimento em programas habitacionais e buscam diálogo com as autoridades, com a manutenção do acampamento até a negociação.
  • Além da pauta de moradia, o ato inclui reivindicações trabalhistas, como o fim da escala de trabalho 6×1.

O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto do Distrito Federal (MTST-DF) ocupou nesta sexta-feira 1º de maio uma área da QNR 2, no Sol Nascente. A ação ocorreu por volta do meio da manhã e tem como objetivo reivindicar moradia digna e denunciar o déficit habitacional na capital.

A ocupação envolve cerca de 500 famílias que alegam ter cadastro ativo na Codhab. Segundo o MTST, muitos ocupantes aguardam há anos por atendimento em programas habitacionais do governo e não obtiveram solução até o momento. O ato foi instalado próximo ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e à Escola Classe 68.

A mobilização ocorre exatamente um ano após protesto similar no Recanto das Emas, em comemoração ao aniversário de Brasília. Na ocasião, o grupo também cobrava celeridade nos atendimentos habitacionais, sem avanços anunciados até agora. Além da pauta de moradia, a manifestação trouxe reivindicação trabalhista.

Pauta habitacional e desdobramentos

As famílias dizem que manterão o acampamento até abrir canal de diálogo com as autoridades competentes. O MTST afirma que o déficit habitacional no DF é crônico e que soluções emergenciais são necessárias para evitar futuros desfechos similares.

Segundo integrantes, o objetivo é pressionar os órgãos responsáveis a apresentar cronograma claro de chamamento e atendimento em programas habitacionais já existentes. O movimento também pede transparência e participação das comunidades nos processos de definição de políticas públicas.

Reivindicações trabalhistas

Além da moradia, o ato inclui pedido pelo fim da escala de trabalho 6×1. Os organizadores afirmam que a medida impacta a qualidade de vida dos trabalhadores e agrava as condições de vulnerabilidade. A pauta foi apresentada como parte das ações do MTST para ampliar direitos sociais no âmbito urbano.

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