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Pré-candidatas ao Senado pelo DF criticam jornada 6×1 em ato

Pré-candidatas ao Senado pelo DF defendem fim da jornada 6x1 e destacam desigualdade salarial, enquanto relembram a luta por oito horas em Chicago de 1886

A senadora Leila Barros (PDT-DF) discursou em manifestação do Dia do Trabalhador, no Eixão Sul. - (crédito: Raphael Pati/CB/D.A Press)
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  • Pré-candidatas ao Senado pelo campo progressista participaram de ato no Eixão Sul, SQS 106, nesta sexta-feira (1/5), defendendo o fim da jornada 6×1.
  • A senadora Leila Barros (PDT-DF) destacou compromisso com o fim da escala 6×1 e citou a diferença salarial entre homens e mulheres.
  • A deputada Erika Kokay (PT-DF) lembrou a luta de trabalhadores em Chicago em 1886 para reduzir a jornada a oito horas diárias.
  • Kokay criticou o Congresso como “inimigo do povo” e destacou a derrubada de vetos do presidente Lula ao PL da Dosimetria; na Câmara, 318 x 144 contra a manutenção do veto foi rejeitada, e no Senado, 49 x 24 pela derrubada.
  • A deputada afirmou que democracia é base para direitos e que a luta é para defender o tempo dos trabalhadores diante de interesses de lucro.

Durante a manhã de 1º de maio, pré-candidatas ao Senado pelo campo progressista participaram de um ato em defesa da redução da jornada 6×1. O protesto ocorreu no Eixão Sul, na altura da SQS 106, em Brasília, com organização de movimientos de esquerda.

As ativas no evento foram a senadora Leila Barros (PDT-DF) e a deputada Erika Kokay (PT-DF). Ambas defenderam o fim da escala atual e cobraram avanços em direitos trabalhistas, incluindo a equiparação salarial entre homens e mulheres.

Leila Barros destacou a carga de trabalho das trabalhadoras e citou que o retorno para casa envolve tarefas domésticas e cuidados com a família. Kokay lembrou a histórica luta de Chicago para reduzir a jornada, associando o tema ao tempo disponível para a vida social e econômica.

Desdobramentos e contexto político

Kokay criticou a atuação do Congresso, afirmando que pode haver atrasos nas conquistas trabalhistas. Ela também mencionou a derrubada de vetos do presidente Lula ao PL da Dosimetria, aprovada pela Câmara e pelo Senado, com impactos sobre penas de condenados no 8 de janeiro.

Ela ressaltou que a democracia depende de direitos assegurados a todos, sem favoritismos ou exceções. A deputada afirmou que as discussões sobre o tempo de trabalho se conectam com a defesa dos direitos básicos dos trabalhadores.

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