- Tebet afirmou que o Brasil não quebrará com o fim da regra 6×1 nem com o novo modelo de férias de trinta dias, defendendo a mudança.
- Ela disse que a medida dá mais tempo aos trabalhadores e que não é verdade que o país vai “quebrar” com a alteração.
- A senadora destacou avanços econômicos do governo Lula e de Haddad, como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, com a alegação de que trabalhadores não pagam IR e a classe média teve redução tributária.
- Tebet defendeu a equiparação de salário entre homens e mulheres que exercem a mesma função e falou sobre a participação feminina na vida pública.
- Ela elogiou Marina Silva, citando-a como referência, e afirmou que o meio ambiente não conflita com a agricultura familiar nem com o agronegócio, além de destacar São Paulo como locomotiva da economia do país.
Durante discurso em Brasília, a senadora Simone Tebet afirmou que a nova norma de organização do trabalho é essencial para ampliar o tempo dedicado ao trabalhador, refutando a ideia de que o Brasil entraria em quebra com o modelo adotado. Ela destacou que o foco é dar mais qualidade de vida.
Tebet apontou avanços econômicos do governo Lula, citando a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. Segundo a senadora, houve redução do imposto para a classe média e para trabalhadores que ganham entre R$ 5 mil e R$ 7.350,00.
Ela defendeu ainda a equiparação salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função, e ressaltou a importância da participação feminina na vida pública. Tebet mencionou Marina Silva como mentora e associou desenvolvimento a sustentabilidade ambiental.
Participação feminina na política
A ex-ministra destacou a importância de mais mulheres na gestão pública, ressaltando o papel de Marina Silva na agenda ambiental. Segundo Tebet, é possível conciliar sustentabilidade com agricultura familiar e com o agronegócio, sem antagonismo entre setores.
São Paulo como motor da economia
Tebet ressaltou o papel econômico de São Paulo, descrevendo o estado como locomotiva do país. Ela afirmou que a performance paulista influencia o desempenho nacional, positivo ou negativamente, conforme o ritmo de crescimento local.
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