- Pesquisas Genial/Quaest (21 a 27 de abril, 95% de confiança) apontam cenários distintos nas quatro maiorias regiões: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia.
- Em São Paulo, Simone Tebet lidera com 14% a 15% das intenções de voto; Marcio França aparece em segundo com 12%, empatando tecnicamente dentro da margem de erro; Marina Silva surge com 12% em cenário sem França.
- Em Minas Gerais, Marília Campos lidera numericamente entre 17% e 19%; Aécio Neves fica em torno de 11% e Carlos Viana varia entre 10% e 15%, com cenário sem Aécio mantendo o empate próximo com Campos.
- No Rio de Janeiro, Cláudio Castro aparece na liderança em dois cenários, com 12%; Benedita da Silva fica entre 10% e 11%; há grande pluraridade de indecisos, entre 17% e 20%, e brancos/nulos/abstenções podem chegar a 40%.
- Na Bahia, Rui Costa tem 24% e Jaques Wagner 22%, seguidos por João Roma (9%) e Angelo Coronel (6%; ambos PT dominando o cenário estadual apesar da rejeição elevada aos dois primeiros).
As pesquisas Genial/Quaest sobre a corrida ao Senado nos quatro maiores colégios eleitorais do Brasil mostram cenários distintos entre São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia. Os levantamentos ocorreram entre 21 e 27 de abril, com nível de confiança de 95% e margens de erro entre 2 e 3 pontos percentuais. Os resultados apontam liderança definida em alguns estados e disputas acirradas em outros.
Em São Paulo, a liderança pertence à ex-ministra Simone Tebet, do PSB, com 14% a 15% das intenções de voto. O ex-ministro Marcio França, também do PSB, aparece em segundo com 12%, empatando tecnicamente com Tebet dentro da margem de erro. Sem França, Marina Silva, da Rede, também tem 12% e compõe a disputa pela segunda vaga.
Briga pela segunda vaga em São Paulo segue equilibrada entre nomes de diferentes campos. Guilherme Derrite, do PP, aparece com 8%, empatado com Ricardo Salles, do Novo, que tem 6%, e André do Prado, do PL, com 5%. O quadro indica liderança definida, porém com indefinição relevante na composição final das duas vagas.
Minas Gerais
Minas Gerais apresenta maior pulverização e diversidade política. Marília Campos, do PT, lidera numericamente em todos os cenários, com 17% a 19%. A segunda posição fica disputada entre Aécio Neves, do PSDB, com 11%, e Carlos Viana, do PSD, variando entre 10% e 15%.
Nos cenários sem Aécio, Carlos Viana aproxima-se de Marília Campos e pode empatar dentro da margem de erro. Outros nomes próximos na disputa pela segunda vaga incluem Domingos Sávio (PL), Euclydes Pettersen (Republicanos), Marcelo Aro (PP) e Áurea Carolina (PSOL), todos com desempenhos competitivos.
Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, a disputa pelo Senado apresenta percentuais baixos e alto índice de indecisos e votos não válidos. Cláudio Castro, do PL, lidera em dois dos três cenários com 12%, seguido por Benedita da Silva, do PT, entre 10% e 11%.
Nomeações próximas incluem Marcelo Crivella, do Republicanos, e Felipe Curi, do PL, com até 8% e 7%, respectivamente, além de Márcio Canella (União), Waguinho (Republicanos) e Mônica Benício (PSOL). Os indecisos variam entre 17% e 20%, enquanto brancos, nulos e abstenções chegam a até 40%.
Bahia
Na Bahia, a liderança aparece de forma clara entre dois nomes do mesmo partido. Rui Costa, do PT, soma 24% das intenções de voto, seguido por Jaques Wagner, também do PT, com 22%. João Roma, do PL, tem 9%, e Angelo Coronel, do Republicanos, 6%.
Apesar da dianteira, Rui Costa e Jaques Wagner lideram as rejeições no estado, com 38% e 39%, respectivamente. A pesquisa aponta que 47% dos eleitores preferem senadores alinhados ao presidente Lula, 33% defendem independência e 15% apreciam proximidade com o ex-presidente Jair Bolsonaro.
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