- O governador de Sinaloa, Rubén Rocha Moya, anunciou afastamento temporário para facilitar as investigações dos Estados Unidos sobre suposta ligação com o narcotráfico.
- O Departamento de Justiça dos EUA acusa Rocha e outros, de manter vínculos com o cartel de Sinaloa e pediu a prisão dele para fins de extradição.
- Rocha nega as acusações, diz que são falsas e politicamente motivadas, e afirma que irá provar sua inocência.
- A presidente do México, Claudia Sheinbaum, disse que só haveria ação com base em provas contundentes apresentadas pelos EUA, destacando soberania nacional.
- Sheinbaum afirmou que, se houver evidências suficientes, a promotoria mexicana atuará; caso contrário, as acusações podem ter caráter político.
O governador de Sinaloa, Rubén Rocha Moya, anunciou a sua saída do cargo por tempo indeterminado para permitir que as investigações avancem. A ação envolve acusações feitas pelos Estados Unidos sobre vínculo com o narcotráfico, incluindo o cartel Sinaloa. As informações indicam que a Justiça americana pediu a prisão para fins de extradição.
Rocha é aliado do partido Morena e próximo ao ex-presidente Andrés Manuel López Obrador. O governador enfrenta uma ação do Departamento de Justiça dos EUA, na qual é descrito como parte de uma rede ligada ao cartel de Sinaloa e com pedido de prisão para extradição. Rocha nega as acusações, afirmando que são falsas e motivadas politicamente.
Em publicação na rede X, Rocha afirmou que provará sua inocência e classificou o caso como ataque ao partido Morena. A Procuradoria Federal do Distrito Sul de Nova York acusa outros atuais e ex-funcionários do envolvimento com o cartel.
Reação oficial e próximos passos
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, disse que qualquer medida dependerá da apresentação de provas contundentes pelos EUA. Ela afirmou que, se houver evidências suficientes, a promotoria mexicana atuará conforme a lei. Caso contrário, as acusações podem ter caráter político.
Sheinbaum ressaltou que o México não permitirá interferência de governos estrangeiros e destacou a soberania nacional na condução do caso. O governo mexicano enfatiza a necessidade de provas para dar continuidade aos procedimentos legais.
Com informações da Reuters e AFP.
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