- Monark, cujo canal novo no YouTube foi removido após apenas cinco dias no ar, diz que a medida foi “desproporcional”.
- A plataforma informou que a remoção ocorreu por violações das diretrizes da comunidade; segundo a defesa, o canal tinha apenas um vídeo, um tour pelo estúdio, sem estreia de programas.
- Não houve notificação sobre nova ordem judicial relacionada ao caso, de acordo com os advogados de Monark; o conteúdo do canal não tratava de temas políticos.
- Em vídeo publicado na rede X, Monark reconheceu erros passados e afirmou que seus comentários foram infelizes, afirmando não defender ideologias extremistas e citando consequências anteriores, como saída do Flow Podcast e de sua empresa.
- A defesa sustenta que restrições anteriores teriam sido revogadas em fevereiro de 2025 pelo ministro Alexandre de Moraes.
O influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark, disse que a exclusão de seu novo canal no YouTube foi desproporcional. A afirmação foi feita em vídeo publicado na X, um dia após a retirada do perfil Bruno Aiub Show pela plataforma.
O canal havia sido lançado poucos dias antes, após o anúncio de retorno às redes sociais no último domingo. Segundo a defesa de Monark, o perfil possuía apenas um vídeo, que mostrava um tour pelo estúdio para futuras entrevistas; nenhum programa havia estreado até a remoção.
O YouTube informou que a remoção ocorreu por violações das diretrizes da comunidade. A defesa afirmou que não houve notificação sobre nova ordem judicial relacionada ao caso e que o conteúdo do canal não tratava de temas políticos.
No vídeo, Monark reconheceu erros passados e afirmou que seus comentários foram infelizes, sem defender ideologias extremistas. O influenciador mencionou consequências anteriores, como a saída do Flow Podcast e de sua empresa, além de ter pedido desculpas em diversas ocasiões. Os advogados afirmaram que restrições anteriores teriam sido revogadas em fevereiro de 2025 pelo ministro Alexandre de Moraes.
Contexto jurídico e defesa
A defesa sustenta que as medidas anteriores já teriam sido flexibilizadas, conforme alegado pelos advogados. A turma jurídica que acompanha o caso afirma que não houve comunicação de novas ordens judiciais vinculadas à remoção.
Ainda não há confirmação de novas ações pelo YouTube ou pelo poder judiciário. A situação envolve disputas sobre diretrizes de conteúdo e ajustes de restrições em plataformas de streaming, com desdobramentos ainda indefinidos.
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