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Monark diz que YouTube o proibiu de criar novos canais

Monark afirma que YouTube o proibiu de criar novos canais e monetizar conteúdos, após a derrubada de canal recente, classificada como desproporcional

O apresentador Bruno Aiub, conhecido como Monark, teve seu novo canal derrubado dias depois de lançá-lo no YouTube. (Foto: Reprodução / X / @brunoaiubshow)
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  • Monark, cujo nome é Bruno Monteiro Aiub, afirmou ter sido informado pelo YouTube de que está proibido de criar novos canais ou monetizar conteúdos na plataforma.
  • A suspensão ocorreu após a criação recente do canal Bruno Aiub Show, que teria sido removido dias depois de entrar no ar, segundo a defesa, com apenas um vídeo de apresentação.
  • O influenciador disse que o e-mail recebido pelo YouTube o acusa de ter feito comentários “infelizes”, considerados desproporcionais, mas sem defender ideologia extremista.
  • Em 2022, Monark havia defendido a legalização de partidos nazistas durante o Flow, e, após isso, deixou o programa; ele também integrou um inquérito sobre as eleições de 2022, com ações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes.
  • A defesa aponta retaliação e afirma que as consequências foram desproporcionais, citando a perda de empregos e do próprio programa.

O influenciador Bruno Aiub, conhecido como Monark, afirmou ter sido informado pelo YouTube de que está proibido de criar novos canais ou monetizar conteúdos na plataforma. A decisão, segundo ele, ocorreu poucos dias após o lançamento de um canal novo.

O canal recém-criado, chamado Bruno Aiub Show, foi removido pela plataforma pouco depois de ir ao ar. De acordo com Monark, o único conteúdo publicado era um vídeo de apresentação mostrando os estúdios onde seriam gravados os conteúdos futuros.

Monark publicou o relato em sua conta na rede social X, descrevendo a suspensão e afirmando que seus comentários motivaram a medida, embora alegue não ter defendido ideologias extremistas. O YouTube ainda não emitiu novo posicionamento público sobre o caso.

Histórico e contexto

Em 2022, Monark gerou intensa repercussão ao defender a legalização de partidos nazistas e o direito de ser anti-judeu, o que levou à saída dele do Flow. O episódio ficou registrado como um marco crítico em sua carreira.

O influenciador também figura em investigações ligadas ao 8 de janeiro, envolvendo questionamentos ao funcionamento do sistema eleitoral. O ministro Alexandre de Moraes chegou a determinar a suspensão de redes sociais, decisão que foi revertida em 2025.

Monark disse que perdeu oportunidades profissionais, incluindo o Flow, e que as retaliações associadas às polêmicas têm impacto significativo em sua atuação. Ele afirmou ter apresentado desculpas diversas vezes, sem evitar consequências consideradas desproporcionais.

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