- O pré-candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, disse que vai “privatizar tudo” para quitar a dívida pública, defendendo reformas administrativa e da Previdência e o fim da gastança do governo Lula.
- Em entrevista ao Canal Livre, ele afirmou que a dívida bruta do governo pode reduzir juros e melhorar as condições das famílias, com economia prevista de cerca de R$ 10 trilhões nos próximos vinte anos.
- A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) atingiu 80,1% do Produto Interno Bruto em março, o maior patamar desde julho de 2021, equivalentes a R$ 10,4 trilhões.
- Zema mostrou inaugurações de privatizações já realizadas em Minas Gerais, mencionando que a Cemig (Companhia Energética Minas Gerais) não avançou, e afirmando que a Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) já foi privatizada, com perspectivas de venda de novas concessionárias.
- Ele citou que, no estado, houve melhoria de resultados após privatizações, com superávit de R$ 4 bilhões em 2024 após déficit de R$ 11 bilhões sob o PT, e disse que reformas e revisão de benefícios sociais vão reduzir as expectativas de juros no Brasil.
O pré-candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, afirmou que pretende privatizar tudo para quitar a dívida pública. A declaração ocorreu durante entrevista ao Canal Livre neste domingo, 3 de maio de 2026. Zema citou reformas administrativa e da Previdência e o fim da gastança do governo.
Ele disse que a dívida bruta do governo brasileiro pode reduzir juros e melhorar as condições de muitas famílias. Segundo Zema, nos próximos 20 anos seria possível economizar cerca de R$ 10 trilhões com tais reformas e cortes. Afirmou que a via é factível.
Zema lembrou que implementou mudanças no governo de Minas que, segundo ele, passaram de déficit para superávit. Ele citou que o estado saiu de déficit de R$ 11 bilhões para um superávit de R$ 4 bilhões em 2024. As referências são usadas para sustentar a viabilidade das propostas.
A reportagem destaca que a Dívida Bruta do Governo Geral atingiu 80,1% do PIB em março, cerca de 10,4 trilhões de reais. O anunciado pacote de privatizações, no entanto, ainda depende de etapas legislativas e de viabilidade econômica.
Sobre privatizações já discutidas, Zema mencionou a tentativa de vender a Cemig, que não avançou. De acordo com ele, a Cemig vendeu subsidiárias e quadriplicou o valor de mercado na bolsa. Afirmou ainda que a Copasa já teve desestatização aprovada pelo Legislativo e seria apenas uma questão de tempo.
O ex-governador também destacou que, segundo ele, privatizações podem atrair investimentos e melhorar serviços. A entrevista ocorreu no mesmo dia em que pesquisas mostram o cenário eleitoral em que Lula empata com Flávio Bolsonaro e Zema em cenários de segundo turno.
Além disso, levantamento recente da AtlasIntel indica que Lula empata com Flávio Bolsonaro e com Zema em cenários de segundo turno, segundo informações divulgadas pela imprensa. A Quaest aponta que 52% dos mineiros aprovam a gestão de Zema no estado.
Entre na conversa da comunidade