- O vice-presidente Geraldo Alckmin lamentou a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF pelo Senado, nesta segunda-feira.
- Foram 42 votos a 34 pela rejeição, impedindo a nomeação do advogado-geral da União.
- Lula da Silva ainda não se pronunciou publicamente sobre a derrota; ele deve definir uma nova indicação.
- O STF continua desfalcado e sobrecarregado, segundo avaliações do momento.
- A deputada Gleisi Hoffmann criticou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pela derrota e pela derrubada do veto ao PL da dosimetria.
O vice-presidente Geraldo Alckmin lamentou a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Senado, ocorrida nesta segunda-feira (4). A votação terminou em 42 votos a 34 contra Messias. A reportagem aponta que a decisão cabe ao Congresso Nacional.
Alckmin afirmou que Messias é jurista experiente e dedicado ao serviço público, destacando que a decisão sobre o preenchimento da vaga é prerrogativa do Legislativo. Ele mencionou ainda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva trabalha para definir uma nova indicação.
Segundo o relato, o STF já enfrenta desfalque e está sobrecarregado por conta do volume de processos. A retirada de Messias deixaria o tribunal com um ministro a menos, agravando a demanda judicial.
Reações no cenário político
Nesta tarde, a deputada Gleisi Hoffmann criticou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pela derrota da indicação e pela derrubada do veto ao PL da dosimetria. Hoffmann disse que a articulação não refletiu a função institucional do Senado, mas sim uma atuação partidária.
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