- O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta do hospital DF Star, em Brasília, após cirurgia no ombro direito para tratar o manguito rotador e lesões associadas, realizada na sexta-feira (1º).
- Ele usará tipoia no braço por seis semanas e fará fisioterapia; o tratamento também incluiu catéter intramuscular para analgesia contínua e pode durar até nove meses.
- O ortopedista que cuidou dele informou que Bolsonaro evolui de forma adequada, com fisioterapia motora e pulmonar incluídas no plano de recuperação.
- Michelle Bolsonaro, ex-primeira dama, atualizou o estado de saúde e disse que ele já está sem oxigênio nasal, conseguiu tomar sopa e os dedos do braço operado voltaram a se movimentar.
- O histórico de saúde envolve uma queda em janeiro, prisão posterior em Brasília, condenação a vinte anos e três meses, e autorização do STF para cumprir parte da pena em casa por noventa dias devido a problemas de saúde.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta hospitalar nesta segunda-feira (4) após realizar cirurgia no ombro direito no hospital DF Star, em Brasília. O procedimento, realizado na sexta-feira (1º), teve foco no manguito rotator e em lesões associadas.
Segundo a equipe médica, Bolsonaro deverá usar uma tipoia no braço por seis semanas e iniciar fisioterapia. O tratamento pode durar até nove meses e inclui alívio para dor, com a instalação de um catéter intramuscular que realiza analgesia contínua.
O ortopedista Alexandre Firmino, responsável pelo caso, informou à CNN, no fim de semana, que o ex-presidente evolui de forma adequada. O médico acrescentou que a fisioterapia motora e pulmonar também faz parte do protocolo.
Michelle Bolsonaro, ex-primeira dama, atualizou as redes sociais sobre o estado de saúde do marido. Ela informou que Bolsonaro já consegue tomar sopa e respira sem ajuda de oxigênio nasal; os dedos da mão operada voltaram a se mover, o que é considerado normal sob efeito do anestésico, e prometeu trazer novas informações.
O quadro de saúde de Bolsonaro tem relação com uma queda ocorrida em janeiro, quando estava preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Na ocasião, ele foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por suposto plano de golpe.
No final de março, o STF autorizou que Bolsonaro cumpra a pena em casa por 90 dias, justificando a decisão com base em problemas de saúde, incluindo broncopneumonia bilateral. A counsela médica segue monitorando a evolução clínica do ex-presidente.
Contexto judicial
- A condenação anterior a pena de prisão permanece sujeita a recursos e a mecanismos legais previstos.
- A decisão de cumprimento em casa foi tomada pela Justiça com base em laudos médicos apresentados na ocasião.
- Não houve confirmação de novas alterações legais até o momento.
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