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Boulos afirma que parlamentar contra fim da escala 6×1 pagará preço nas urnas

Boulos afirma que opositores ao fim da escala 6x1 enfrentarão reação da população e risco de derrota no Congresso, conforme PEC avança na Câmara

Boulos: 'Quem tomar esse posicionamento vai pagar o preço nas urnas” — Foto: cristiano mariz/o globo - 30/10/2025
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  • O ministro Guilherme Boulos disse que parlamentares contrários ao fim da escala 6×1 vão pagar o preço nas urnas, em evento no Itamaraty no dia 4 de maio.
  • O governo defende a aplicação do fim da 6×1 com 40 horas semanais, de forma imediata, sem redução salarial.
  • O PL do Executivo está parado na Câmara; paralelamente, a PEC sobre o mesmo tema avança, com comissão especial instalada por Hugo Motta.
  • A expectativa é votar a PEC antes de 29 de maio, para evitar que o PL do governo passe a trancar a pauta.
  • Setores empresariais resistem, temendo impactos econômicos e defendendo um período de transição.

O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou que parlamentares contrários ao fim da escala 6×1 vão pagar o preço nas urnas. A declaração foi feita durante evento no Palácio do Itamaraty nesta segunda-feira, 4 de diante, em Brasília.

Boulos disse que deputados e senadores que quiserem atrasar o fim da escala 6×1 não enfrentariam o governo Lula, e sim 80% da população, especialmente a classe trabalhadora. A posição é apresentada como resposta a resistência à proposta.

O governo encaminhou ao Congresso um projeto de lei para acabar com a escala 6×1, reduzindo a jornada de 44h para 40h semanais sem redução salarial. A proposta permanece parada na Câmara dos Deputados.

Avanço da pauta e tramitação

A Câmara instalou, na quarta-feira, 29, uma comissão especial para analisar a PEC sobre o fim da escala 6×1. A expectativa é votar a PEC antes de 29 de maio, para evitar que o PL do Executivo trave a pauta.

A resistência empresarial também é citada como entrave, com setores defendendo um período de transição para absorver impactos econômicos. O governo mantém a defesa pela implantação imediata, sem alterações na duração da jornada.

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