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Lula afirma que ninguém está endividado por comprar dólar ou carro de luxo

Lula apresenta Desenrola 2.0 para evitar endividamento excessivo e ampliar crédito para itens básicos, incluindo alimentação

Lula quer sucesso maior no Desenrola 2.0 do que o visto na primeira edição do programa
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  • O presidente Lula afirmou que ninguém está endividado por comprar dólar ou carros de luxo, e sim por itens simples e às vezes alimentos.
  • A declaração ocorreu durante coletiva no Palácio do Planalto para anunciar detalhes do Desenrola 2.0, programa para ajudar brasileiros superendividados.
  • Lula informou que o Desenrola 2.0 será um evento de política de crédito para evitar que a população fique endividada para itens elementares.
  • Foi assinada nesta manhã a Medida Provisória que cria o Desenrola 2.0.
  • O presidente citou a crise de 2008 e pediu responsabilidade no endividamento, destacando a importância de pegar crédito dentro da capacidade de pagamento.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em coletiva no Palácio do Planalto que nenhum brasileiro está endividado por comprar dólares, carros de luxo ou itens de alto gasto. A declaração foi feita para apresentar detalhes do Desenrola 2.0, programa voltado a famílias com endividamento elevado.

Lula explicou que a nova versão do programa visa desafixar o crédito, evitando que a população fique distante de itens básicos. Segundo o presidente, o foco é ampliar a capacidade de endividamento responsável para necessidades elementares.

O anúncio ocorreu após a assinatura de uma Medida Provisória, realizada nesta manhã, com informações sobre regras de renegociação de dívidas e acesso a crédito a famílias endividadas. A medida integra a estratégia de política de crédito do governo.

O Palácio do Planalto informou que o Desenrola 2.0 manterá mecanismos de renegociação, com critérios para seleção de beneficiários e condições de pagamento. A ideia é promover liquidez sem estimular gastos não essenciais.

Especialistas ouvidos pela reportagem destacaram que a proposta busca equilíbrio entre consumo consciente e alívio de dívidas, sem associar endividamento a consumo supérfluo. A atuação configura continuidade de ajustes no crédito.

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