- A nova lei sancionada pelo presidente Lula aumenta a pena para roubo de celulares para quatro a dez anos de prisão, além de multa.
- Em casos com violência, a pena pode chegar a dez anos.
- Estelionato e fraudes digitais passam a ter penas entre quatro e oito anos.
- A legislação também eleva a pena mínima para latrocínio de vinte para vinte e quatro anos e pune quem empresta contas para transações ilegais com um a cinco anos.
- A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu seis integrantes de uma organização criminosa que furtava e roubava celulares, desbloqueando aparelhos e acessando dados das vítimas; segundo o Ministério da Justiça, quase 920 mil celulares foram roubados em 2025.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu seis integrantes de uma organização criminosa dedicada ao furto e roubo de celulares. O grupo desbloqueava os aparelhos e acessava dados das vítimas durante as abordagens. A investigação detalha os métodos usados pelos suspeitos.
Segundo o Ministério da Justiça, quase 920 mil celulares foram roubados no país em 2025, consolidando a gravidade do problema e a necessidade de endurecer as penas para esses crimes.
Uma nova lei sancionada pelo presidente Lula tornou mais severas as punições para o furto e o roubo de celulares. A pena para roubo de celulares passou a ficar entre quatro e dez anos, com multa, dependendo da violência empregada.
Em casos com violência, a pena pode chegar a dez anos, e para estelionato e fraudes digitais, varia de quatro a oito anos. As mudanças visam coibir crimes envolvendo dispositivos móveis.
Atualizações adicionais da legislação
A lei também aumenta as punições para golpes envolvendo instituições financeiras e eleva a pena mínima de latrocínio de 20 para 24 anos. Quem emprestar contas para transações ilegais pode pegar de um a cinco anos de prisão.
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