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PT busca ex-prefeito de BH como palanque para Lula em Minas

PT busca Kalil como palanque de Lula em Minas, em meio a suspeitas sobre a participação de Rodrigo Pacheco no acordo que rejeitou Messias

Presidente Lula e o senador Rodrigo Pacheco em cerimônia no Planalto
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  • PT quer Alexandre Kalil (PDT) como palanque para Lula em Minas após derrota no Senado.
  • Há suspeita de participação de Rodrigo Pacheco no acordo que levou à rejeição de Messias para o STF, e ele não pretende concorrer ao governo de Minas.
  • Jantar em Brasília para arrecadar fundos discutiu a montagem do palanque; Lula não participou do evento.
  • Edinho Silva deve buscar Pacheco nesta terça para verificar a viabilidade de sua candidatura e ouvir o senador.
  • Grupos próximos a Lula divergem sobre Pacheco: alguns dizem que ele ajudou Messias; outros sustentam que ele permaneceu leal ao governo.

O PT vai buscar o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) como opção de palanque para o presidente Lula em Minas Gerais. A medida acompanha a derrota do partido no Senado e envolve suspeitas sobre a participação de Rodrigo Pacheco no acordo que rejeitou Messias para o STF.

A iniciativa ocorre com aval do presidente e surgen dúvidas sobre a fidelidade de Pacheco ao governo. Grupos do PT enxergam no senador uma peça-chave para consolidar apoio a Lula no estado.

Um jantar em Brasília, nesta segunda-feira (4), discutiu a montagem do palanque para Lula com arrecadação de recursos. Lula não esteve presente no encontro.

Edinho Silva, presidente do PT, deve contatar Pacheco nesta terça (5) para entender se o senador topa candidatura em Minas. A ideia é mensurar a viabilidade política da aproximação.

A depender de interlocutores, Pacheco manteria disponibilidade para concorrer, desde que haja viabilidade eleitoral clara. No entanto, a rejeição de Messias pode fragilizar apoio interno ao senador.

Aliados do senador afirmam que ele ajudou Messias e que não houve traição. Eles relatam que Pacheco participou de ações que levaram ao diálogo com o governo e com o MDB, no período recente.

Caso haja recusa ou descolamento, parte do PT avalia que o desgaste pode afastar o alinhamento com Pacheco e impactar a estratégia de Minas para 2026. A direção petista seguirá monitorando a posição do senador.

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