- O TSE lançou a mascote “Pilili” em comemoração aos 30 anos da urna eletrônica.
- O nome vem do som emitido pela tecla ao confirmar o voto.
- O lançamento ocorreu em evento com a presidente Carmén Lúcia, que destacou segurança, confiabilidade, agilidade e auditabilidade do equipamento.
- A ministra incentivou jovens de 16 anos a tirar o título de eleitor; houve demonstrações, painéis e vídeo institucional sobre a urna.
- Pilili será a mascote das eleições de 2026, não tem preferência por ideologia ou partido e pode ganhar acessórios regionais; a atuação é em campanhas educativas, sob supervisão de Lucas Schroeder.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou a mascote chamada Pilili, criada para simbolizar as urnas eletrônicas e marcar os 30 anos de uso do sistema no Brasil. A apresentação ocorreu durante um evento comemorativo.
Segundo o TSE, o nome Pilili surgiu do som produzido pela tecla ao confirmar a votação. A mascote integra a campanha educativa antecipando as eleições de 2026.
Na ocasião, a presidente do TSE, a ministra Cármen Lúcia, recebeu estudantes de escolas públicas e privadas do Distrito Federal. O objetivo foi ressaltar a segurança, a confiabilidade, a agilidade e a auditabilidade do equipamento.
Os jovens puderam testar as urnas, conhecer a história do equipamento por meio de painéis e assistir a um vídeo institucional sobre a trajetória da urna eletrônica. A iniciativa também incentivou a regularização do título de eleitor para quem completar 16 anos.
De acordo com o TSE, Pilili será a mascote símbolo da educação cívica nas eleições de 2026, funcionando como uma espécie de “Zé Gotinha” da Justiça Eleitoral. A figura poderá ganhar acessórios que representem culturas regionais e participar de festividades locais, incluindo festas juninas.
A Justiça Eleitoral afirma que Pilili não tem filiação ideológica ou partidária; a bandeira da mascote é a democracia. A participação da mascote em campanhas educativas está prevista para todo o ano eleitoral.
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