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Alckmin lamenta rejeição de Messias e aponta troca-troca no Congresso

Alckmin lamenta rejeição de Messias e aponta troca-troca no Congresso; Lula avalia novo nome, mas decisão depende do momento adequado

"O governo trabalhou, procurou, tem que respeitar o resultado. Perdeu, diálogo e bola pra frente", destacou Alckmin - (crédito: Platobr Politica)
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  • O vice-presidente Geraldo Alckmin comentou a rejeição de Jorge Messias à vaga no Supremo Tribunal Federal, chamando-a de derrota do governo no Congresso.
  • Ele afirmou que o STF já está sobrecarregado e que cabe ao Senado decidir se aprova ou não uma eventual nova indicação.
  • Alckmin mencionou a ideia de um “troca-troca” no Congresso, citando exemplos como a rejeição de Messias, votações de dosimetria e a CPI do Master.
  • O vice-presidente afirmou que não houve responsabilidade atribuível a pessoas específicas e que a derrota envolve escolhas de senadores por diversos fatores.
  • Sobre nova indicação de Messias, disse que é pouco provável e que o presidente Lula deve deliberar sobre o tema e encaminhar um nome no momento adequado.

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República, lamentou a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF. Em entrevista à Globonews, afirmou que o governo trabalhou, reconheceu o resultado e que o Senado terá a palavra final. A avaliação é de que o STF já está sobrecarregado.

O vice-presidente ponderou que Messias tem conhecimento jurídico e experiência, além de dedicação ao serviço público. Ainda destacou que, com a rejeição, o país ganha tempo para novas nomeações, e o Senado deve decidir sobre o futuro da indicação.

Troca-troca no Congresso

Alckmin citou criticamente o histórico de rejeições no Legislativo e mencionou a ideia de que, após uma recusa, outros temas aprovados ou rejeitados também influenciam o cenário. Segundo ele, as mudanças ocorrem por fatores diversos e, por vezes, com motivações pessoais entre parlamentares.

O vice-presidente explicou que não houve atribuição de culpa a indivíduos específicos. Disse que o governo precisa respeitar o resultado e seguir adiante, com diálogo e novas possibilidades de compor o terms do Executivo.

Alckmin também comentou sobre a atuação de Davi Alcolumbre, presidente do Senado, apontado como responsável pela articulação que rejeitou Messias. Questionado sobre nova indicação, ele afirmou que a hipótese é pouco provável e que o presidente Lula deverá deliberar e encaminhar um novo nome no momento adequado.

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