- O vice-presidente Geraldo Alckmin disse, em entrevista à GloboNews, que Fernando Haddad deve crescer na campanha ao governo de São Paulo.
- Segundo ele, a diferença entre Haddad e o governador Tarcísio de Freitas não é grande.
- Sobre a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, o Senado tomou a decisão pela primeira vez em cento e trinta e dois anos; Alckmin vê pouca chance de nova indicação.
- Não há confirmação de novo anúncio do presidente Lula;, mas ele afirmou que o chefe do Executivo está meditando sobre o tema.
- Alckmin defendeu a atribuição de mandato para ministros do STF, apontando como tema adequado para uma reforma do Judiciário.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta terça-feira, 5, em entrevista à GloboNews, que o ex-ministro Fernando Haddad (PT) deve crescer na campanha ao governo de São Paulo. Ele disse que a diferença para Tarcísio de Freitas (Republicanos) não é grande.
Alckmin destacou que Haddad já foi prefeito de São Paulo e disputou o segundo turno da eleição anterior. Segundo ele, o ministro terá espaço para mostrar propostas e ampliar o apoio, o que pode alterar o cenário eleitoral no estado.
Questionado sobre a indicação para o STF, o advogado-geral da União, Jorge Messias, cuja nomeação foi rejeitada pelo Senado na semana passada, Alckmin lamentou a decisão. Ele disse achar pouco provável nova indicação de Messias.
O vice-presidente afirmou ainda que não recebeu orientação de Lula sobre uma eventual nova nomeação ao Supremo. Sugeriu que o presidente está avaliando o tema e pediu continuidade de debates sobre reforma do Judiciário, incluindo mandato para ministros.
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