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Governo exonera secretário de Lula acusado de agredir mulher e filho

Governo exonera Daniel Fortunato, secretário do Desenvolvimento Regional, após acusações de violência doméstica contra companheira e filho, em inquérito policial

Secretário chegou a ser preso em Alagoas; Lula pediu investigação da CGU
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  • Governo exonerou Daniel Alex Fortunato, secretário de Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional do MIDR, acusado de violência doméstica.
  • Fortunato teria dado soco no rosto da companheira e agredido o filho, segundo inquérito policial; ele já havia sido preso em Alagoas.
  • Na segunda-feira, o presidente Lula determinou à Controladoria-Geral da União que abra processo interno para responsabilização e expulsão do servidor.
  • O caso chegou ao conhecimento por meio de denúncia anônima, conforme informou a RECORD; a esposa optou por não registrar boletim de ocorrência.
  • As agressões teriam ocorrido no dia 7, após a criança de 4 anos se recusar a descer do colo da mãe durante o retorno de viagem.

O governo federal exonerou nesta terça-feira Daniel Alex Fortunato, secretário de Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional do MIDR, acusado de violência doméstica. Segundo inquérito policial, Fortunato teria desferido socos no rosto da companheira e agredido o filho durante uma discussão.

Fortunato já havia sido preso em Alagoas pelo crime. O R7 Planalto procurou o ex-secretário, mas não obtive retorno até a publicação desta reportagem.

Na segunda-feira (4), ao tomar conhecimento do caso, o presidente Lula ordenou que a CGU abrisse um processo interno para responsabilização e expulsão do servidor. A decisão seguiu recomendações da controladoria.

Lula classificou a agressão como inadmissível e pediu uma resposta firme do Poder Público. O presidente enfatizou que um servidor deve ser exemplo de conduta dentro e fora do trabalho.

Segundo a RECORD, o caso veio a público por meio de denúncia anônima, e a vítima optou por não registrar boletim de ocorrência. As informações indicam que as agressões ocorreram no dia 7, após retorno de viagem.

A vítima informou à polícia que as agressões teriam sido motivadas pela recusa da criança, de 4 anos, em descer do colo da mãe. O agressor queria que a namorada e a criança ajudassem a carregar as sacolas.

O caso envolve ainda a atuação do MIDR, órgão vinculado ao governo federal, e o monitoramento de conduta de servidores em funções públicas. A exoneração foi anunciada após a apuração inicial das autoridades.

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