- O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, visitou Belo Horizonte nesta terça-feira (5) e criticou a relação entre o governo de Minas Gerais e o governo federal.
- Ele elogiou a prefeitura pela atitude construtiva e pelo diálogo, dizendo que é preciso tratar as demandas da população, não apenas a disputa política.
- O BNDES anunciou um financiamento de R$ 500 milhões para a prefeitura implementar um plano de adaptação de BH à transição climática.
- O prefeito de BH, Álvaro Damião (União), participou do evento.
- Mercadante afirmou que o governo federal pretende atuar junto a governadores independentemente de partido e destacou a necessidade de separar a disputa política da gestão estadual, mencionando críticos como Romeu Zema (Novo) e Mateus Simões (PSD).
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, discursou em Belo Horizonte nesta terça-feira (5) e criticou, de forma indireta, a relação entre o governo de Minas Gerais e o governo federal. O tom foi de cobrança por mais diálogo e menos disputa política.
Mercadante afirmou que Minas é receptiva e republicana, mas que nem sempre o clima tem sido esse recentemente. Ele elogiou a prefeitura de Belo Horizonte pela postura construtiva e pelo diálogo com o BNDES para atender às demandas do povo.
O BNDES anunciou um financiamento de 500 milhões de reais para a Prefeitura de BH, destinado a um plano de adaptação da cidade aos desafios da transição climática. Participou do ato o prefeito Álvaro Damião, do União.
Parcerias entre poderes
Mercadante disse que o governo federal busca atuar junto aos governadores independentemente de partido e reforçou a necessidade de separar a disputa política da gestão estadual. A fala ocorreu no evento promovido pela prefeitura.
O ex-governador Romeu Zema, do Novo, e o atual governador substituto Mateus Simões, do PSD, têm criticado a gestão federal. O ex-presidente Lula é citado como pré-candidato à reeleição pelo Pt, sem que o discurso do BNDES envolva candidaturas.
Mercadante reforçou que é essencial trabalhar juntos, com uma atitude estadista que promova a cooperação entre as esferas federativas. A ideia é alinhar demandas locais com as políticas nacionais, sem rancor ou ideologia.
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