- Temer, em Brasília, afirmou ser inteiramente favorável à dosimetria das penas como forma de pacificar o país.
- Ele elogiou o Congresso por manter o texto aprovado, dizendo que preserva a integridade do projeto.
- Sobre a recusa de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), Temer disse que a decisão não foi positiva para o governo Lula, ressaltou a competência de Messias e afirmou que o Senado cumpriu seu papel.
- A respeito da agenda externa de Lula, Temer disse que é importante dialogar com os Estados Unidos de forma equilibrada e que o encontro poderia ter ocorrido antes.
O ex-presidente Michel Temer participou, em Brasília, de um evento de comemoração do bicentenário da Câmara. No encontro, ele defendeu a adoção da dosimetria das penas como instrumento para a pacificação nacional. Ele fez a declaração ao ser questionado sobre o tema.
Temer afirmou estar inteiramente favorável à medida. Segundo ele, manter o texto aprovado pelo Congresso demonstra responsabilidade institucional e preserva a integridade do projeto.
Ele também comentou a rejeição de Jorge Messias a uma vaga no STF, afirmando que a decisão não foi positiva para o governo de Lula e defendendo Messias como jurista competente. O ex-presidente ressaltou que o Senado cumpriu seu papel.
Relevância institucional e agenda externa
Temer avaliou a agenda internacional de Lula, destacando a aproximação com os Estados Unidos. Disse que é importante manter diálogo, desde que com equilíbrio, sugerindo que encontros desse tipo poderiam ter ocorrido antes.
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