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Flávio diz que pretende anistiar Bolsonaro e pode dar cargo no governo se eleito

Flávio Bolsonaro diz que, se eleito, poderá nomear o pai e buscar anistia ampla para condenados de oito de janeiro durante a transição

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  • Flávio Bolsonaro afirmou que, se eleito, pode nomear o pai, Jair Bolsonaro, para um cargo no governo, desde que ele obtenha anistia pela condenação no STF relacionada ao 8 de janeiro.
  • O senador disse que ainda não conversou com o pai sobre assumir ministério, mas que, caso haja acordo, Jair Bolsonaro poderia subir a rampa com ele.
  • Flávio afirmou que pretende liderar o governo, não o pai, que serviria como um “norte” durante a transição.
  • Além de anistia, o plano inclui reduzir o número de ministérios de quarenta e poucos para cerca de vinte e sete, em estudo ainda não formalizado.
  • O candidato citou uso de ativos da União como forma de reforçar o caixa, incluindo venda de imóveis avaliados em mais de R$ um trilhão e venda de participações em empresas estatais, além de implementar fiscalização com inteligência artificial.

Brasília – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, afirmou nesta sexta-feira, 8, que poderia nomear o pai, Jair Bolsonaro, para um cargo em um eventual governo, caso seja eleito. A condição é que Bolsonaro obtenha anistia, pois ele cumpre pena por decisão relacionada ao 8 de janeiro.

Flávio Bolsonaro disse à CNN Brasil que, se o pai quiser exercer algum cargo, ele poderá fazê-lo. No entanto, não houve confirmação de que Jair Bolsonaro tenha sido consultado sobre ministérios ou funções específicas.

O senador também sinalizou que pretende usar o período de transição para tentar aprovar uma anistia aos condenados pelo 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente. O objetivo é permitir que Bolsonaro suba a rampa presidencial no dia 1º de janeiro seguintes, segundo o parlamentar.

Plano de governo e cortes de ministérios

Caso eleito, Flávio Bolsonaro afirmou que planeja o país com menos ministérios. A meta é reduzir de 39 para cerca de 27 pastas, ainda em avaliação, segundo o senador.

Além disso, ele citou a possibilidade de colocar à venda imóveis da União, avaliados em mais de R$ 1 trilhão, para reforçar o caixa do governo. Contempla também venda de participações acionárias em estatais.

O pré-candidato informou que não recebeu uma versão formal de seu programa de governo, mas pretende usar ferramentas de tecnologia para monitorar gastos públicos. A proposta inclui um sistema de compliance com inteligência artificial.

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