- A cientista política Laura Fernández Delgado tomou posse nesta sexta-feira, 8, como a 50ª presidente da Costa Rica, em cerimônia no Estádio Nacional, em San José, substituindo o mentor de direita Rodrigo Chaves.
- Em discurso inaugural, Fernández afirmou que promoverá uma reforma profunda do Estado, com objetivo de construir uma “terceira república” e adotar mão de ferro contra o crime organizado.
- A presidente assegurou a construção de uma megaprisão capaz de abrigar até cinco mil detentos, inspirada no modelo utilizado por Nayib Bukele, e a criação de um Centro de Comando e Controle para segurança pública (C5).
- Ela afirmou que não tolerará brechas para o narcotráfico e criticou julgamentos que libertem criminosos perigosos, chamando atenção para a necessidade de leis mais firmes.
- Fernández, católica e classificada como liberal na economia e conservadora socialmente, disse que a primeira decisão de seu governo é confiar o país a Deus; tem 39 anos e pertence ao Partido Soberano do Povo.
A cientista política Laura Fernández Delgado tomou posse nesta sexta-feira, 8, como a 50ª presidente da Costa Rica, substituindo o mentor de direita Rodrigo Chaves. Em discurso inaugural, a conservadora anunciou uma reforma do Estado para promover uma nova Costa Rica e prometeu agir com firmeza contra o crime organizado.
Fernández disse que a reforma será profunda e que será promovida sem hesitar, buscando estabelecer uma “terceira república”. Ela afirmou não aceitar que o narcotráfico encontre brechas no sistema e citou a construção de uma megaprisão para até cinco mil detentos, inspirada no modelo de Nayib Bukele.
A agenda de governo inclui a criação de um Centro de Comando e Controle, o C5, para reforçar a segurança e enfrentar o crime organizado. A presidente ressaltou que enfrentará o tema com firmeza, mencionando a necessidade de leis que não protejam criminosos de forma indevida.
Propostas de segurança e reformas
A posse ocorreu em cerimônia no Estádio Nacional, em San José, realizada nesta sexta-feira. Fernández, de 39 anos, representa o Partido Soberano do Povo e foi empossada em meio a uma promessa de atuação decisiva contra o crime.
Ela se descreve como liberal na economia e conservadora na sociedade, e disse que a primeira decisão de seu governo é confiar o mandato a Deus. A líder ressaltou que não buscará ampliar direitos apenas por manter critérios humanos, mas sem citar medidas específicas adicionais.
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