Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Padre Júlio Lancellotti é acusado de usar dinheiro da igreja para quitar ação

Padre Júlio Lancellotti é acusado de usar dinheiro da paróquia para quitar custas de ação judicial; representação chegou à Arquidiocese de São Paulo

Padre Júlio Lancellotti, na Paroquia São Miguel Arcanjo, na Mooca, com estatua da Irmã Dulce
0:00
Carregando...
0:00
  • Vereador Thomaz Henrique, de São José dos Campos, apresentou denúncia canônica contra o padre Júlio Lancellotti à Arquidiocese de São Paulo, com cópias de comprovantes de pagamento.
  • Segundo a denúncia, o padre usou a conta da Paróquia São Miguel Arcanjo, na Mooca, para pagar duas guias de Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais (Dare): R$ 450 em fevereiro e R$ 1.200 em novembro do ano passado.
  • Os comprovantes foram anexados pelo vereador à representação, que chegou à Cúria Metropolitana na sexta-feira, 8 de maio.
  • Lancellotti disse não ter conhecimento dos fatos ao ser procurado pela coluna.
  • O pagamento estaria relacionado a custas de uma ação movida por Lancellotti contra a vereadora Janaina Ballaris (União Brasil), de Praia Grande, por calúnia e difamação, em 2024, cuja indenização de R$ 30 mil foi negada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

Um vereador de São José dos Campos encaminhou à Arquidiocese de São Paulo uma denúncia contra o padre Júlio Lancellotti. A acusação envolve uso de recursos da paróquia para quitar despesas de um processo judicial movido pelo próprio pároco. O caso envolve a Paróquia São Miguel Arcanjo, localizada na Mooca, em São Paulo.

Segundo a denúncia, as duas guias de Dare teriam sido pagas com dinheiro da igreja. Os valores seriam de R$ 450 em fevereiro e R$ 1.200 em novembro do ano anterior. O vereador Thomaz Henrique (PL) anexou comprovantes bancários à representação.

Ação e apuração

A Arquidiocese de São Paulo informou que recebeu a representação canônica na sexta-feira, 8 de maio, e que o conteúdo será analisado pelas instâncias competentes. O padre Júlio Lancellotti afirmou não ter conhecimento dos fatos ao ser procurado.

O processo citado foi movido por Lancellotti contra a vereadora Janaina Ballaris (União Brasil), de Praia Grande, por calúnia e difamação, em 2024. O objetivo era obter indenização de R$ 30 mil por danos morais. O Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido de indenização.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais