- O diretório paulista do PP adiou o evento que selaria o apoio à reeleição de Tarcísio de Freitas após a PF mirar Ciro Nogueira.
- O ato estava marcado para segunda-feira, 11, e não há nova data anunciada.
- A operação envolve o caso Master; a PF afirma que Ciro Nogueira recebia mesada de R$ 300 mil por mês e vantagens indevidas de Daniel Vorcaro, o que a defesa nega.
- O PP nacional chegou a cogitar mudar domicílio eleitoral para São Paulo e disputar a vice de Tarcísio, mas as tratativas não avançaram; o apoio ao governador permanece.
- No plano nacional, o PP é cobiçado pela campanha de Flávio Bolsonaro; Simone Marchetto é cotada para compor a chapa; a operação fragiliza a posição do PP nas negociações.
O diretório paulista do PP adiou o evento que marcaria o apoio à reeleição do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. A decisão veio após a Polícia Federal cumprir operação contra o presidente nacional, Ciro Nogueira. O ato estava marcado para segunda-feira, 11, em São Paulo, sem nova data divulgada.
Segundo a PF, Ciro Nogueira recebia mesada de 300 mil reais por mês e outras vantagens indevidas de Daniel Vorcaro. A defesa, no entanto, nega as acusações. O adiamento evidencia desgaste do PP na relação com a investigação do caso Master.
No âmbito nacional, o PP é cobiçado pela campanha do senador Flávio Bolsonaro. A deputada Simone Marchetto é cotada para integrar a chapa. A operação impacta o tom político do partido, que havia visando enfrentar Lula na disputa presidencial.
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