- Investigação sobre fraudes no INSS avança no STF, com relatos de mais de 6 bilhões de reais desviados de aposentados.
- Até o momento, os depoimentos não apontam Lula pessoalmente como envolvido, mas complicam aliados históricos e o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
- A delação de Maurício Camisotti, considerado braço empresarial do esquema, reforça o volume do desvio apurado.
- A Polícia Federal chegou a fechar acordo com um possível delator, mas recuou para que a Procuradoria-Geral da República participe das investigações.
- O reinício da delação de Camisotti é visto como sinal de unidade entre a PF e a PGR no esforço de apurar os culpados.
Investigação sobre fraudes no INSS aponta desvios que superam os 6 bilhões de reais ligados a aposentados. As apurações seguem no STF, com novos depoimentos que ampliam o ritmo de coleta de informações.
Autores dos desvios não apontam Lula como alvo pessoal das fraudes, mas indicam envolvimento de aliados históricos do governo e do filho dele, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em diferentes etapas do esquema.
Entre as novidades, está a delação do empresário Maurício Camisotti, descrito como braço empresarial do esquema. A apuração avança com relatos que ajudam a esclarecer a dinâmica do desvio e os vínculos entre envolvidos.
Avanço no STF e novas delações
A Polícia Federal conduziu o acordo com Camisotti, mas recuou para que a Procuradoria-Geral da República participe do processo. O retorno dessa parceria é visto como sinal de maior unidade entre PF e PGR na investigação.
A cooperação entre as instituições permite ampliar o escrutínio sobre as etapas do desvio e possíveis beneficiários. Até o momento, não há conclusão sobre responsabilidades individuais fora do núcleo que envolve os delatores.
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