- Parlamento do Senegal aprovou, pela segunda vez, a emenda ao código eleitoral.
- A mudança é vista como facilitando a candidatura do primeiro-ministro Ousmane Sonko à próxima eleição presidencial.
- O presidente Bassirou Diomaye Faye havia rejeitado a proposta na primeira votação por alegar um problema técnico.
- A aprovação ocorreu após a oposição à primeira versão ter sido superada, consolidando a tramitação do texto.
O parlamento do Senegal aprovou, pela segunda vez, uma emenda ao código eleitoral, ampliando as chances de o primeiro-ministro Ousmane Sonko concorrer à próxima eleição presidencial. A aprovação ocorreu após o veto do presidente ter sido revertido.
A emenda foi proposta para sanar o que o governo descreveu como questão técnica, suficiente para desbloquear o processo de candidatura. A mudança permite que Sonko, figura de oposição, participe das urnas.
O presidente Bassirou Diomaye Faye havia rejeitado a peça na votação inicial, alegando problemas formais. A nova passagem do texto pelo parlamento não detalha alterações substantivas no conteúdo, apenas corrige aspectos técnicos.
A decisão ocorre em um momento de tensão política no país, com Sonko já colecionando apoio entre parte da população. O desfecho depende agora de tramitações adicionais e eventuais questões legais que podem surgir.
Analistas dizem que a aprovação facilita a formação de palanques de oposição de frente única contra o atual governo. A próxima etapa envolve a sanção presidencial ou novas contestações jurídicas, conforme o caso.
Fontes ligadas ao processo indicam que a emenda mantém o calendário eleitoral viável, sem prorrogações. Ao longo das próximas semanas, devem surgir avaliações sobre impactos na corrida presidencial.
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