- Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, defende o fim imediato da escala 6×1.
- Ele afirmou que o governo é contra propostas que adiem a redução da jornada de trabalho, sem longa transição.
- Boulos disse que a medida deve ocorrer de forma imediata, sem um período de transição prolongado.
- O governo não aceitará propostas que atrasem as mudanças por até dez anos.
- A redução da jornada sem corte salarial é uma das prioridades do governo Lula (Partido dos Trabalhadores).
Nesta terça-feira, 12, o ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou que o governo será contrário a propostas que atrasem a redução da jornada de trabalho. O foco é o fim imediato da escala 6×1, sem período de transição prolongado.
Boulos disse, durante participação em programa da EBC, que o governo não aceitará medidas que posterguem a mudança por até dez anos. A ideia é que a redução da jornada ocorra sem corte salarial.
Segundo o ministro, a medida faz parte de prioridades do governo Lula (PT), com intenção de implementar a mudança de forma rápida. O posicionamento visa evitar impactos condicionais de longo prazo para trabalhadores e empresas.
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