- O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, disse à CNN que a investigação do Banco Master foca no “andar de cima do crime organizado”.
- Ele afirmou que as cifras são bilionárias e envolvem pessoas com alta capacidade econômica.
- A PF trabalha com uma política de prisões de lideranças e descapitalização do crime organizado, apoiada na cooperação doméstica e internacional.
- O posicionamento é técnico e não político, enfatizou o diretor.
- Andrei ressaltou a importância de a investigação ser conclusiva, com devido processo legal, ampla defesa e responsabilização dos culpados.
A Polícia Federal (PF) atua em investigação ligada ao Banco Master, segundo o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues. O objetivo é identificar o que a PF classifica como o andar de cima do crime organizado, com foco em grandes valorizações financeiras.
Em entrevista à CNN Brasil, Andrei afirmou que as cifras envolvidas chegam a bilhões de reais e envolvem pessoas de alta capacidade econômica. A PF mantém a linha de atuação direcionada a estruturas de liderança dentro do crime organizado.
Segundo o diretor-geral, a estratégia envolve a prisão de lideranças e a descapitalização de organizações criminosas, com apoio de cooperação doméstica e internacional. O foco está na eficiência operacional e na sustentação de provas.
Andrei destacou que a investigação não tem viés político e pretende manter-se estritamente técnica. A PF reforçou o compromisso com o devido processo legal e com a ampla defesa para todos os investigados.
O porta-voz da PF reiterou que o objetivo é chegar a conclusões robustas, seguindo rigorosamente a lei. A corporação mencionou que há mais de 40 mil inquéritos em andamento, que também devem observar as garantias legais.
A entrevista à CNN Brasil ocorreu em meio a apelos pela transparência e pela punição rigorosa de culpados, sem prejulgamentos. A PF não informou detalhes operacionais que possam comprometer investigações em curso.
Até o momento, não houve confirmação de prisões adicionais ou de linhas investigativas específicas além do foco no “andar de cima” do crime organizado. A PF segue monitorando desdobramentos no caso Master.
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