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Lula chama Eduardo Bolsonaro de “fujão” e critica desinformação sobre Covid

Lula chama Eduardo Bolsonaro de fujão e acusa desinformação sobre a Covid em cerimônia de memória às vítimas

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
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  • Em evento para sancionar o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, Lula chamou Eduardo Bolsonaro de “filho fujão” por disseminar desinformação sobre a gravidade da doença.
  • O presidente citou uma frase de dezembro de 2020 de Jair Bolsonaro sobre a vacina e disse que o filho, que está nos Estados Unidos, tenta pregar um golpe no Brasil.
  • Lula afirmou que nunca acusou Bolsonaro pessoalmente, mas que o ex-presidente não entenderia do tema e teria demonstrado ignorância.
  • O petista criticou a ideia de “ministérios técnicos” e disse que, na época, três nomes da saúde tinham perfis diferentes: um que parecia entender, outro que vendia remédios e outro que era general sem conhecimento.
  • Na gestão de Jair Bolsonaro, entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022, passaram pelo Ministério da Saúde quatro ministros: Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich, General Eduardo Pazuello e Marcelo Queiroga.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de um ato para sancionar o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19 e reiterou críticas à gestão de Jair Bolsonaro durante a pandemia. O evento ocorreu nesta segunda-feira, em tom federal, com foco em memória e responsabilização.

Lula voltou a apontar Eduardo Bolsonaro como parte de uma corrente que disseminou informações duvidosas sobre a gravidade da doença. Ele citou um discurso apresentado pelo filho no exterior, que, segundo o presidente, defendia menor atenção à pandemia e aponta risco de golpe no Brasil.

O petista afirmou que, embora não tenha feito acusações pessoais diretas, partia da premissa de que o ex-presidente não compreendia o tema, evidenciando o que chamou de ignorância sobre saúde pública.

Ministros da Saúde durante o governo Bolsonaro

  • Luiz Henrique Mandetta: médico, foi substituído após divergências sobre isolamento social.
  • Nelson Teich: médico, pediu demissão após pouco menos de um mês no cargo, alegando falta de autonomia.
  • General Eduardo Pazuello: comando do ministério por grande parte da pandemia, exonerado em março de 2021.
  • Marcelo Queiroga: cardiologista, esteve à frente da pasta até o fim do governo.

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