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Nunes Marques convida Bolsonaro para posse na presidência do TSE

Convidado, Bolsonaro precisaria de autorização de Moraes para comparecer à posse de Nunes Marques no TSE, marcada para esta terça-feira em Brasília

Nunes Marques (foto) assumirá o comando do TSE no lugar da ministra Cármen Lúcia
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  • O ministro Kassio Nunes Marques convidou Jair Bolsonaro para a cerimônia de posse dele como presidente do Tribunal Superior Eleitoral, marcada para 12 de maio de 2026, às 19h, no plenário do TSE, em Brasília.
  • Bolsonaro está em prisão domiciliar e precisaria de autorização do ministro Alexandre de Moraes para comparecer ao evento.
  • A solenidade costuma incluir convites a ex-presidentes, e o ex-presidente Lula também foi convidado.
  • Nunes Marques assume o comando do TSE no lugar da ministra Cármen Lúcia, e o ministro André Mendonça toma posse como vice-presidente; ambos foram indicados ao Supremo Tribunal Federal por Bolsonaro.
  • O convite segue a prática de solenidades do Judiciário, que também já ocorreu em 2022, quando Moraes presidiu o TSE e Bolsonaro participou.

A ministra de cobrança institucional do STF, Kassio Nunes Marques, convidou Jair Bolsonaro para a posse dele na presidência do TSE. O ato ocorre mesmo Bolsonaro cumprindo prisão domiciliar por questões de saúde, com autorização necessária de Alexandre de Moraes para comparecer.

O evento está marcado para esta terça-feira, 12 de maio de 2026, às 19h, no plenário do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília. Lula também foi convidado, conforme a prática comum em solenidades oficiais. A presença de Bolsonaro depende de autorização judicial.

Quem está envolvido

Nunes Marques assume o comando do TSE no lugar de Carmen Lúcia. André Mendonça será vice-presidente. Ambos foram indicados por Bolsonaro ao STF, em 2020 e 2021, respectivamente. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, em procedimento envolvendo abusos de poder político.

O convite segue a tradição de incluir ex-presidentes em cerimônias de posse no Judiciário. Dilma Rousseff, Fernando Collor de Mello e José Sarney também teriam sido contemplados no mesmo formato. Em 2022, Alexandre de Moraes já presidiu o TSE e participou da solenidade.

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